sexta-feira, 9 de novembro de 2012


***A Incrível Confeitaria do Sr Pellica***


Trabalho de conclusão da IV Turma de Iniciação Teatral da Cênicas Cia de Repertório.

Em uma confeitaria decadente do século XVIII, o proprietário Pellica, sua família, seus criados e seus amigos passam dificuldades e pensam numa maneira de salvar seu negócio. Pellica acredita que a salvação virá de um enviado de São Judas. Então, aparece Sterne, fugitivo do exército, vestido de soldado, mas que diz ser padre. Pellica supõe que ele seja seu salvador. O conde Bellone, credor de Pellica, propõe casamento a sua filha Isabela como forma de pagamento da dívida da confeitaria e anuncia um grande concurso de tortas. Pellica deposita suas esperanças no concurso.

Texto Pedro Brício, a direção é de Antônio Rodrigues e assistência de Sônia Carvalho.

Uma comédia divertida onde os personagens são arquétipos de uma sociedade burguesa decadente. Com textos de um humor rápido e inteligente, essa maravilhosa trama cheia de reviravoltas vai levando o público a um final surpreendente.

 O trabalho é resultado da  IV Turma de Iniciação Teatral da Cênicas Cia de Repertório. 



Elenco: 
Bárbara Brendel, Cláudia Shinoby, Dani Medeiros, 
Diego Nascimento, Douglas Dantas Jajá Rodrigues, 
Jandson Miranda, Lídia Lins, Manoel Francisco, 
Nice Lima e Pollyanna Cabral.




SERVIÇO

***A Incrível Confeitaria do Sr Pellica***
TEATRO BARRETO JÚNIOR
DIA: 11 DE NOVEMBRO DE 2012
HORA: 20h
INGRESSO: R$20,00 E R$10,00

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Trema! Festival de Teatro de Grupo





Trema! Festival de Teatro de Grupo



 traz peças inéditas ao Recife






Evento ocorre entre 8 e 14 de outubro, em cinco espaços da cidade.
Grupos de vários estados que mantêm pesquisa continuada participam.


Peça 'Outro Lado', do grupo mineiro Quatroloscinco. (Foto: Emi Hoshi / Divulgação)Cena do espetáculo 'Outro Lado', do grupo mineiro Quatroloscinco. (Foto: Emi Hoshi / Divulgação)

Peça 'Aquilo que meu olhar guardou para você', do grupo Magiluth.  (Foto: Maurício Cuca / Divulgação)Gurpo Magiluth apresenta 'Aquilo que meu olhar guardou para você'. (Foto: Maurício Cuca / Divulgação)


  TREMA! – Festival de Teatro de Grupo do Recife recebe grupos de quatro estados do Brasil – que desenvolvem pesquisas continuadas de linguagem e ações. O festival quer também discutir o conceito de teatro de grupo e os projetos colaborativos desenvolvidos pelas companhias Teatro Invertido (MG), Quatroloscinco – Teatro do Comum (MG), Teatro Kunyn (SP) e Magiluth (PE), o único grupo de casa.

“O TREMA! tem como objetivo pensar possibilidades que atendam as demandas dos Grupos Teatrais. Focamos nessa primeira edição a difusão e o compartilhamento, ou seja, fazer circular e fruir trabalhos que inclusive não atendem as demandas dos grandes festivais, seja pela linguagem desenvolvida, seja pela formatação do trabalho ou ainda por não estarem dentro do grande circuito”, lembra Pedro Vilela – idealizador do evento.

Ao longo do festival, os grupos Argonautas (SP) e Cia Senhas (PE) também vem ao Recife falar do processo criativo e das experiências proporcionadas pelo projeto Rumos Teatro, organizado pelo Programa Itaú Rumos Cultural. Há também a exibição do documentário Evoé – Retrato de um Antropofágico, inédito no Recife. O filme acompanha o diretor teatral José Celso Martinez, um dos maiores nomes da cena brasileira.

MUDA A LÍNGUA, MUDA O TEXTO, MUDA A CENA.

O grupo Magiluth, responsável pela realização do festival, escolheu a montagem "Aquilo que meu olhar guardou para você" para os dias 9 e 11 de outubro, no Teatro Hermilo Borba Filho. Com exceção desta peça, todos os outros espetáculos são inéditos no Recife.

A primeira edição do Trema! também oferece ao publico duas oficinas. A primeira delas, organizada pelo Teatro Kunyn, debate o processo criativo do grupo. A partir do livro "Devassos no Paraíso, a Homossexualidade no Brasil, da Colônia à Atualidade", de João Silvério Trevisan, os participantes podem criar o seu próprio material cênico.

Em uma parceria com o Programa Rumos - Itaú Cultural, os grupos Núcleo Argonautas (SP) e Cia Senhas (PR) ministram uma oficina e compartilham as suas vivências no projeto "Rumos Teatro", focando no poder dos espaços urbanos na criação. A parceria com a instituição também possibilitou a sessão inédita do documentário "Evoé! - Retrato de um Antropofágico", de Tadeu Jungle e Elaine Cesar, que acompanha o diretor teatral e fundador do Teatro Oficina, José Celso Martinez.

Confira a programação

Oficinas
- Oficina "Meus Delírios, Meus Delitos", com o grupo Teatro Kunyn
Data: 8, 9, 10 de outubro, das 14h às 17h, no Espaço Magiluth
Inscrições: Já aberta, até 4 de outubro
Enviar breve currículo e carta de intenção para: contato@tremafestival.com.br
Vagas: 15 participantes

- Oficina "Narrativas Urbanas na Terra sem Lei", do Rumos Teatro
Data: 12 e 13 de outubro, das 9h30 às 12h30 e das 15h às 17h, no Espaço Magiluth
Inscrições: 1º a 8 de outubro
Enviar breve currículo e carta de intenção para: contato@tremafestival.com.br
Vagas: 15 participantes
Espetáculos- Segunda-feira (8)
"Outro Lado", Quatroloscinco (MG), no Teatro Marco Camarotti, às 19h

- Terça-feira (9)
"Outro Lado", Quatroloscinco (MG), no Teatro Marco Camarotti (Sesc Santo Amaro), às 19h
"Aquilo que meu olhar guardou para você", Magiluth (PE), no Teatro Hermilo Borba Filho, às 21h
- Quarta-feira (10)
"Proibido Retornar", Teatro Invertido (MG), no Teatro Marco Camarotti, às 19h
Lançamento do livro "Cenas Invertidas - Dramaturgias em Processo", Teatro Invertido (MG), no Teatro Marco Camarotti, às 20h
- Quinta-feira (11)
"Proibido Retornar", Teatro Invertido (MG), no Teatro Marco Camarotti, às 19h
"Aquilo que meu olhar guardou para você", Magiluth (PE), no Teatro Hermilo Borba Filho, às 21h
- Sexta-feira (12)
"Dizer e não pedir segredo", Teatro Kunyn (SP), no Espaço Cia Cênicas, às 19h
- Sábado (13)
"Dizer e não pedir segredo", Teatro Kunyn (SP), no Espaço Cia Cênicas, às 19h
- Domingo (14)
Documentário "Evoé – Retrato de um Antropofágico", de Tadeu Jungler e Elaine Cesar, no Centro Cultural Correios, às 15h
"Dizer e não pedir segredo", Teatro Kunyn (SP), no Espaço Cia Cênicas, às 19h

ServiçoTrema!! Festival de Teatro de Grupo do Recife
8 a 14 de outubro
Teatro Marco Camarotti (Sesc Santo Amaro) - Rua do Pombal, s/nº, Santo Amaro
Teatro Hermilo Borba Filho - Rua do Apolo, 121, Bairro do Recife
Cia Cênicas - Avenida Marquês de Olinda, 199, 2º Andar, Bairro do Recife
Espaço Magiluth - Rua da Moeda, 170, Sala 102, Bairro do Recife
Centro Cultural Correios - Avenida Marquês de Olinda, 262, Bairro do Recife
Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia)
Site oficial: www.tremafestival.com.br

O BEIJO NO ASFALTO *** ESTRÉIA ***




O Teatro de Santa Isabel recebe, neste sábado (13) e domingo (14), às 20h30 e 19h, respectivamente, duas sessões únicas da produção recifense “O beijo no asfalto”, com direção do encenador Claudio Lira. A peça chega ao Recife após lançamento no Rio de Janeiro, em agosto, em comemoração ao centenário do escritor Nelson Rodrigues, com gritos “Viva Pernambuco”. As entradas, já à venda no local, custam R$ 10 e R$ 20 (inteira).
(Foto: Américo Nunes/Divulgação)

A peça, cujo texto é de Nelson, tem no elenco nomes como Arthur Canavarro, Andrêzza Alves, Eduardo Japiassu, Ivo Barreto, Pascoal Filizola, Sandra Rino e outros. A produção local ficou por conta de Renata Phaelante e Andrêzza Alves.
“A peça aborda algo que eu quero dizer e me incomoda muito: essa imprensa que manipula a opinião pública e, principalmente, o ranço preconceituoso que as pessoas mantêm até hoje. Não só na questão da homossexualidade, mas num âmbito mais geral”, comentou Claudio sobre a peça.
As produtoras Andrêzza Alves e Renata Phaelante com o diretor Claudio Lira 
(Foto: Américo Nunes/Divulgação)

“Olivier e Lili: Uma História de Amor em 900 Frases”

ÚLTIMA SEMANA 


Com espectadores indo do riso às lágrimas, a peça “Olivier e Lili: Uma História de Amor em 900 Frases”, com os atores Leidson Ferraz e Fátima Pontes, faz suas últimas sessões de quarta a sexta-feira desta semana, dias 10, 11 e 12 de outubro, sempre às 20h, no Teatro Hermilo Borba Filho (Av. Cais do Apolo, s/n,  Bairro do Recife. Tel: 3355 3321 / 3320). Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (estudantes, professores e maiores de 60 anos, à venda no dia da apresentação, a partir das 19h). A obra revela a história verdadeira de Elizabeth Mazev e Olivier Py, hoje, dois aclamados artistas do teatro francês, numa amizade para lá de inusitada, em diálogo com a trajetória dos intérpretes em cena. Direção de Rodrigo Dourado.



quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Duas Mulheres em Preto e Branco


Duas Mulheres em Preto e Branco fez grande estreia no Recife 

Texto é um dos contos do romance ‘Retratos Imorais’, de Ronaldo Correia de Brito, sob a direção do carioca Moacir Chaves.



Após estrear nacionalmente no 19º Porto Alegre em Cena – Festival Internacional de Artes Cênicas, no início deste mês (setembro), com três apresentações, a nova montagem teatral da Remo Produções, Duas Mulheres em Preto e Branco chegou ao Recife , no Teatro Apolo, onde ficará em curta temporada até 21 de outubro. O público poderá conferir a peça de sexta-feira a domingo, às 20h.  

A ficha técnica do espetáculo é formada por profissionais de diferentes cidades brasileiras, reunidos em um projeto inédito e relevante. O texto é um dos contos do romance Retratos Imorais (2010), do cearense Ronaldo Correia de Brito (Baile do Menino Deus, Arlequim). A direção é de Moacir Chaves, carioca que já ganhou vários prêmios Shell e Sharp de teatro. No elenco, a pernambucana Paula de Renor e a gaúcha Sandra Possani, radicada no Recife. Aurélio de Simoni assina a iluminação e Fernando Mello da Costa, a cenografia.

A proposta (provocadora) é trazer para a cena teatral o conto de Ronaldo Correia de Brito, montado na íntegra, sem nenhuma alteração do texto original. “A ideia era manter a forma literária para o teatro para experimentar outras formas de linguagem que não a dialógica. Ao ser convidado para viver essa experiência, o Moacir (o diretor) topou na hora. É um experimento que tem nos instigado e motivado bastante”, explica Paula de Renor, que além de atuar, produz o espetáculo.

Através da Remo Produções, Paula já havia montado, em 1991, o espetáculo Arlequim, também de autoria de Ronaldo Correia de Brito. “Esse novo trabalho foi mais um presente, um reencontro que muito me inspirou, pela admiração que tenho por esse autor que lê e relata tão bem a alma humana”.

Duas Mulheres em Preto e Branco mostra os caminhos e descaminhos na vida de duas mulheres (Sandra e Letícia), amigas que se afastam e se completam. O ambiente poético onde se passa a história é a cidade de Recife, mas a ação poderia acontecer em qualquer cidade do mundo, ao falar das experiências de uma geração que, nos anos de ditadura militar, enxergava a vida em “preto e branco” (ou multicolorida, se examinada a época pelas lentes da contracultura). Nos dias presentes, esses tempos são revisitados e ninguém escapa do passado – nem da História, pela culpa ou pela crítica.

De acordo com Ronaldo Correia de Brito, a narrativa do conto é tensa, cheia de mistérios, em que a vida de cada personagem se revela e desvela em meio a uma ação dramática, que chega a lembrar um romance policial. “As referências ao passado são entremeadas de citações dos filmes de Fellini e da música de Nino Rota. Há imersões frequentes na recente história da contracultura brasileira e no sonho frustrado das esquerdas das décadas de sessenta e setenta”, explica.

Segundo o diretor Moacir Chaves o texto de Ronaldo Correia de Brito apresenta a esperança da ruptura. “Curiosamente, essa possibilidade é vivida como jogo, os movimentos em sua direção surgem disfarçados, provocativos, nunca se assumem em sua essência. As palavras são falsas, revelam, como em todo grande autor, não pelo seu sentido literal, mas pelo movimento que as acompanha, pelo movimento que elas exigem”, completa.

Como em um jogo, o público é convidado ora a jogar, ora a ficar no banco, ora a ver e ora a imaginar o que é contado. Duas Mulheres em Preto e Branco tem o patrocínio para montagem do Governo Federal, através da Chesf e Eletrobras. A produção do espetáculo,que estreiou em curta temporada,  aguarda  o resultado do Funcultura para prolongar cumprir nova temporada.
SERVIÇO:

* Duas Mulheres em Preto e Branco
Quando: de 29 de setembro a 21 de outubro. Sexta a domingo, às 20h.
Onde: Teatro Apolo (Rua do Apolo, 121 - Bairro do Recife  Recife - PE)
Quanto: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)
Informações: 81-3355.3320

Autor: Ronaldo Correia de Brito
Diretor: Moacir Chaves
Atrizes: Paula de Renor e Sandra Possani
Assistente de direção: Miriã Possani
Iluminação: Aurélio de Simoni
Cenografia: Fernando Mello da Costa
Figurinos: Walther Holmes
Trilha sonora: Tomás Brandão e Miguel Mendes
Fotografia e Preparação Corporal: Rogério Alves
Arte e conceito do projeto gráfico: Maurício Grecco
Projeto gráfico: Clara Negreiros
Preparação vocal: Flávia Layme e Rosemary Oliveira
Cenotécnicos: Nagilson Lacerda e Tarcísio Sá
Pintura e textura/Cenário: Gilvan Dezidério
Confecção de figurino: Maria Lima
Operação de luz: Beto Trindade
Operação de som: Tomás Brandão e Miguel Mendes
Camareira: Beta Galdino
Assessoria de Imprensa: Ariane Costa (Officina de Texto)
Assistente de produção e Contraregragem de cena: Elias Vilar
Produção executiva: Keila Vieira
Produção geral: Paula de Renor
Coordenação pedagógica nas escolas: Andrezza Alves

Realização: Remo Produções Artísticas 




terça-feira, 3 de julho de 2012



Festival de teatro para crianças agita o mês de Julho

Realizado pela Métron Produções, o festival continua até 29 de julho. O homenageado desta vez é o ator, diretor e professor José Manoel Sobrinho (que é coordenador de cultura do Sesc PE). Esta edição é formada por 13 espetáculos de Pernambuco, um da Bahia e outro de São Paulo. A curadoria foi feita por Marcondes Lima, Ruy Aguiar e Williams Sant'Anna.


 

Confira a programação do evento:

Teatro de Santa Isabel:
30/6 e 1/7: Caxuxa, da Duas Companhias.
21 e 22/7: Meu reino por um drama, da Métron Produções.
28 e 29/7: Algodão doce, do Mão Molenga Teatro de Bonecos.
Teatro Marco Camarotti (Sesc Santo Amaro):
7 e 8/7: Chiquinho, o caranguejo ensacolado, da Métron Produções.
14 e 15/7: Sobre a seda azul, da banda O Baile dos Seres Imaginários.
21 e 22/7: Valentim e o boizinho de São João, da Cia. Máscaras de Teatro.
28 e 29/7: Nem sempre Lila, do grupo Quadro de Cena (a apresentação do dia 28/7 conta com áudio-descrição e tradução para Libras).
Teatro Barreto Júnior:
7 e 8/7: Palhaçadas - História de um circo sem lona, da Cia. 2 em Cena.
14 e 15/7: Pássaros dos sonhos, do Coletivo Domínio Público.
21/7: Om co tô? Quem co sô? Prom co vô?, do Circo Navegador (SP).
22/7: Sonho de circo, da Escola Pernambucana de Circo.
28 e 29/7: Minha cidade, do Grupo Teatro Marco Zero.
Teatro Luiz Mendonça (Parque Dona Lindu):
14 e 15/7: As Levianinhas em Pocket show para crianças, da Cia. Animé.
21 e 22/7: Pluft, o fantasminha, da Cênicas Cia. de Repertório.
28 e 29/7: Protocolo lunar - Uma história contada por atores, bonecos e objetos, do Os Imaginários (UFBA).

domingo, 10 de junho de 2012

O Blog Teatro Em Cena PE está de volta...


Curtas:


  • Novos Pernambucanos
    Os cinco meninos do grupo Magiluth, de Recife, vão dividir um apartamento nos arredores do Minhocão durante a temporada de três obras da trupe na Funarte da Alameda Nothman, em São Paulo, neste mês. Resta saber quem lavará os pratos e fará aquela faxina no banheiro. É tanta sintonia que os meninos já foram apelidados pela coluna de Os Novos Baianos do Teatro. Ou melhor, Os Novos Pernambucanos. 
 Fonte Estadão

  • Essa febre que não passa, do Coletivo Angu de Teatro, será representante pernambucano na programação do FILO  http://www.filo.art.br/site/ nos dias 23 e 24/06 no Teatro Vila Rica (Ingressos Esgotados)





  • Em breve será lançada a programação do 9° Festival de Teatro Para Crianças de Pernambuco. Aguardem!!!




Aguardem mais novidades da cena teatral pernambucana.

Saudações Dionisíacas.




quarta-feira, 25 de abril de 2012

***NEM ÀS PAREDES CONFESSO***

***NEM ÀS PAREDES CONFESSO***


 Não importa que me acreditem, mas só digo a verdade - mesmo quando ela é inverossímil.
(A Confissão de Lúcio – Mário de Sá Carneiro)



A peça Nem Às Paredes Confesso traz à cena a história de seis personagens que precisam falar, expurgar, revelar seus conflitos e inquietações. Uma mulher que busca razões para a morte da filha, uma serial killer que revela as intenções de seus atos, um jovem pedófilo que se diz inocente de suas acusações, uma prostituta carente à procura do verdadeiro amor, uma mulher que reflete sobre o amor de forma violenta e um ser só que busca através de um telefone uma faísca de vida dentro da morbidez em que se encontra. As confissões em cena e seus personagens estão na busca de uma transcendência distorcida, criando-se uma atmosfera de exacerbado lirismo capaz de acrescentar um prazeroso sabor ao narrar o inarrável ou uma extrema dor ao refletir sobre suas ações. Os textos são uma livre adaptação de diversos autores contemporâneos entre eles: Lygia Fagundes Telles, Caio Fernando Abreu, Sérgio Roveri, Marcelino Freire e Roberto Alvim. Criando uma dramaturgia própria dentro do processo colaborativo da montagem, esta é fruto da terceira turma de iniciação teatral da Cênicas Cia. De Repertório e a direção é de Antônio Rodrigues. Seis atores apresentam personagens que revelam e se revelam, libertando-se através de suas histórias. O público estará próximo à cena, às vezes assistindo as confissões e outras vezes sendo ouvintes ou até mesmo confessando suas histórias. No elenco estão Catarina Vaz, Deborah Albuquerque, Deyse Leitão, Gabriela da Fonte, Raul Elvis e Regina Celli.



 NEM ÀS PAREDES CONFESSO
Teatro Marco Camarotti - SESC SANTO AMARO
Estréia dia 25 de abril de 2012 às 20h
INGRESSOS: R$20,00 INTEIRA E R$10,00 MEIA ENTRADA.




TEXTO: Livre adaptação do grupo de autores contemporâneos.
DIREÇÃO: Antônio Rodrigues.
ASSISTÊNCIA DE DIREÇÃO: Sônia Carvalho, Vinícius Vieira e Bruna Castiel.
ELENCO: Catarina Vaz, Deborah Albuquerque, Deyse Leitão, Gabriela da Fonte, Raul Elvis e Regina Celli.
DIREÇÃO DE ARTE: Antônio Rodrigues e Sônia Carvalho.
MAQUIAGEM: Vinícius Vieira.
ILUMINAÇÃO E OPERAÇÃO: Luana Lira.
SONOPLASTIA: Antônio Rodrigues.
OPERAÇÃO DE SOM: Vinícius Vieira.
DESING GRÁFICO: Alexandre Siqueira.
REALIZAÇÃO: Cênicas Cia de Repertório.

 
 
 





sábado, 26 de novembro de 2011

PLUFT ENCERRA TEMPORADA NO VALDEMAR DE OLIVEIRA

sexta-feira, 3 de junho de 2011







CENICAS CIA DE REPERTÓRIO – 10 ANOS






Leitura Mamãe Não Pode Saber - Foto Carol Lira




No dia 12 de junho de 2011 a Cênicas Cia. De Repertório fará 10 anos de estrada e uma programação especial está sendo preparada para a ocasião. O ano de 2010 marcou o início das comemorações com a montagem do espetáculo Senhora dos Afogados, cumprindo temporada no Teatro Hermilo Borba Filho e participando dos festivais mais importantes da cidade.

A partir desta sexta feira 03/06/2011 uma série de eventos serão realizados em parceria com o espaço MUDA para marcar o mês de aniversário.

Natureza Morta - Foto Toni Rodrigues

PROGRAMAÇÃO 10 ANOS




DIA 03 DE JUNHO DE 2011

Mamãe Não pode Saber – Leitura dramatizada do texto de João Falcão
Onde: Espaço Muda
Horário: 20h
Ingresso: Contribuição espontânea



Leitura Mamãe Não Pode Saber - Foto Carol Lira





DIAS 11 DE JUNHO DE 2011



Que Muito Amou – Livremente adaptado da obra de Caio Fernando Abreu

Onde: Espaço Muda

Horário: 21h

Ingresso: R$ 10,00 (meia para todos)




Que Muito Amou - Foto Diego Pisante






FESTA 10 ANOS e Lançamento Jornal Virtual – Cênicas Acontece – Informativo sobre as atividades do grupo e do teatro local.
Onde: Espaço Muda
Horário: 23h
Ingresso: Gratuito




Após a apresentação do espetáculo todos estão convidados a comemorar os 10 anos com a gente, permanecendo no Espaço Muda para uma conversa agradável ao som lounge de Dj's amigos, tomando uma cerveja gelada e com o palco livre para performances, manifestos, brincadeiras e o que mais o improviso de nossa alma queira. Artistas podem fazer livres performances durante a noite para celebrar os 10 anos junto com a Cênicas Cia.
Queremos todos lá! Será muito bacana!

DIA 18 DE JUNHO DE 2011

Que Muito Amou – Livremente adaptado da obra de Caio Fernando Abreu
Onde: Espaço Muda
Horário: 21h
Ingresso: R$ 10,00 (meia para todos)

DIA 22 DE JUNHO DE 2011

Natureza Morta – De Mário Viana – Projeto Cênicas em Cena – Quarta Bela
Onde: Espaço Muda
Horário: 20h
Ingresso: Contribuição espontânea


Natureza Morta - Foto Toni Rodrigues







CÊNICAS CIA. DE REPERTÓRIO






A companhia nasceu da reunião de jovens atores que estudavam teatro em Recife cujo o seu primeiro objeto de pesquisa foi o Teatro do absurdo. A princípio não havia uma estrutura mais formal de grupo, o que se queria era pesquisar e encenar. A necessidade de encontros semanais para pesquisa, além dos ensaios, foi surgindo à medida que o grupo passou a desenvolver seus trabalhos, entre 2001 e 2004. Como os fundadores em sua maioria eram naturais de Garanhuns, o grupo Cênicas Cia. de Repertório estreou Um Gesto por Outro (2001); Transe (2002); Apaga a Luz (2003); Que Muito Amou (2004) naquela cidade e fez temporadas de cada um desses espetáculos em Recife, além de circular pelo país por diversos festivais. No entanto, com o estabelecimento dos integrantes em Recife, foi se firmando sede na capital. A partir de 2005 o grupo se estabelece definitivamente em Recife e o corpo de atores foi se firmando até a sua formação atual. A primeira estréia em Recife foi com espetáculo Neuroses - a Comédia (2006), fruto do inicio da pesquisa na linguagem dos quadrinhos.
As peças até então eram dirigidas por Antônio Rodrigues. Com o prêmio para montagem de As Criadas (2006),Marcondes Lima e Kleber Lourenço foram convidados para dirigir o esse novo trabalho, seguindo a linha da pesquisa de linguagem iniciado no grupo, tinha-se como inspiração os mangás japoneses.
Dando continuidade a linguagem dos desenhos animados e quadrinhos, chegou a vez do primeiro espetáculo infantil, Pinóquio e Suas Desventuras (2009), realização de um desejo antigo do grupo de montar um trabalho voltado para infância e juventude, tendo como fonte de pesquisa o texto original, onde os elementos não são mascarados como em adaptações mais suavizadas do original. Senhora dos Afogados (2010) de Nelson Rodrigues, marca a volta aos clássicos com uma encenação de Érico José e assistência de Edjalma Freitas; Iniciando as comemorações dos 10 anos da Companhia que se dará em 2011.
O grupo mantêm em repertório os espetáculos: Um Gesto Por Outro; Que Muito amou e Pinóquio e suas Desventuras. O grupo é composto por seis integrantes: Alexandre Guimarães, Ana Souza, Antônio Rodrigues, Bruna Castiel, Sônia Carvalho e Vinícius Vieira; E quatro estagiários: Evilasio Andrade, Ana Catarina Maia, Manu Costa e Manoel Francisco.




MAMÃE NÃO PODE SABER




“Mamãe não pode saber” é um vaudeville moderno: 5 atores e um narrador que se desdobram em 12 personagens, e num momento da peça, essas personas se encontram. Como? Esse é o grande trunfo da peça que fala de temas atuais como a busca desenfreada pela beleza, as artimanhas políticas, os modismos dos adolescentes, os sonhos de cada um.
Sinopse
“Mamãe não pode saber” conta a história de uma família decadente, que enxerga em sua matriarca, a possibilidade de salvação das suas dívidas. Ela é mãe de Dona Glória, uma perua que tenta ganhar a vida com um serviço de auto-ajuda por telefone, mas, é claro, não leva o menor jeito pro negócio. Glória é casada com Arthur, um político desonesto, que, tenta a qualquer custo, deslanchar sua candidatura a deputado, auxiliado pelo não menos corrupto assessor Moreira, mas, em decorrência de sua falta de inteligência, Arthur mal consegue decorar o slogan de sua campanha.
Glória vê em sua filha, Priscila, aspirante a modelo de 13 anos, a grande chance de sair da pindaíba. Mas, para atrapalhar seus planos, Priscila tem Júlia, amiga invejosa que, a despeito de sua beleza faz de tudo para tentar engordá-la. Juninho, seu irmão é um adolescente que segue uma tribo a cada semana, acompanhado de seu fiel escudeiro Zepa.
As armações dessa família vêm à tona quando a iminência da chegada da Mamãe acontece. O grande problema é que ela vem para conhecer a sua neta, e não está ciente das mentiras da família. Mamãe pensa, por exemplo, que Arthur é o Prefeito do Recife, dentre outras mentiras que inventaram pra ela. E de fora, mas não menos participativa existe, Flora, a empregada romântica que sonha ser atriz e a única que entende tudo o que se passa dentro dessa bagunçada família. Inesperadamente surge Wellington, o motorista recém contratado, que fica perdido no meio de tanta confusão e vira objeto de desejo de Flora.
Mamãe, no entanto é seqüestrada ao chegar à cidade, causando certo alívio em todos. Mas para desespero geral, aparece o detetive Gomes com o propósito de desvendar este crime. A trama é descoberta quando, para o delírio do público, os 12 personagens, identificados apenas pelas vozes dos 5 atores, driblam a impossibilidade física do encontro numa passagem antológica. É o ápice da comédia. É teatro em estado de graça.

MAMÃE NÃO PODE SABER
TEXTO: Mamãe Não Pode Saber
AUTOR: João Falcão
DIREÇÃO: Antônio Rodrigues
ELENCO: Alexandre Guimarães, Ana Souza, Antônio Rodrigues, Bruna Castiel, Sônia Carvalho e Vinícius Vieira.
ILUMINAÇÃO: Sergio Costa
PRODUÇÃO: Cênicas Cia de Repertório.









A montagem de "Que Muito Amou" é uma livre adaptação do livro Os Dragões Não Conhecem o Paraíso de Caio Fernando Abreu, um dos maiores contistas contemporâneos, escritor da paixão segundo Lígia Fagundes Teles. Foram escolhidos três contos: Sapatinhos Vermelhos, Praiazinha e Dama da Noite. No elenco, Antônio Rodrigues, que assina também a direção, Ana Dulce Pacheco e Marcelo Francisco.
São contos que giram em torno do amor: amor/morte, amor/saudade, amor/ódio, amor/amor. Caio F. expõe seu universo urbano, denso e poético de maneira crua e direta, porém com uma delicadeza ímpar. Seus textos são recheados de passagens fortes, mas com imagens oníricas e poéticas. São personagens que estão a margem da sociedade, fora da "roda". Os contos falam do amor: amor/morte, amor/saudade, amor/ódio, amor/amor, levado até o seu limite. São personagens que muito amaram e que o fruto desse amor gerou consequências irreversíveis em suas vidas.

QUE MUITO AMOU
Texto: Que Muito Amou
Autor: Livre adaptação da obra de Caio Fernando Abreu por Antônio Rodrigues
Direção, Concepção geral e Adaptação do texto: Antônio Rodrigues
Elenco:
Duvennie Pessôa - Sapatinhos Vermelhos,
Antônio Rodrigues - Praiazinha,
Marcelo Francisco - Dama da Noite
Maquiagem: Cênicas Companhia de Repertório
Mixagem e Edição de Som: Paulo Smith
Voz em Off: Bobby Mergulhão
Plano de Iluminação e Operação de luz: Luciana Raposo
Operação de Som: José Neto
Assessoria de Imprensa: Antônio Rodrigues
Programação Visual: Antônio Rodrigues
Fotografia: Cláudio Malaquias e Antônio Rodrigues
Direção de produção e Produção executiva: Antônio Rodrigues
Assistência de Marketing: Alexandre Siqueira
Realização: Cênicas Companhia de Repertório




NATUREZA MORTA



Dentro das comemorações dos 10 anos a Cênicas Cia. De Repertório lança o projeto Cênicas Em Cena, são solos a partir das improvisações dos atores do grupo, o primeiro resultado será mostrado no projeto Quarta Bela dia 22 de junho de 2011 no Espaço Muda com a atriz Bruna Castiel e direção de Antônio Rodrigues. A cena está in process e o público verá o primeiro olhar sobre a dramaturgia escolhida, a estréia do espetáculo deverá acontecer em agosto de 2011.





Natureza Morta - Foto Toni Rodrigues




Impressionado com a cena retratada pelo norueguês Edvard Munch (1863-1944) no quadro homônimo, o autor Mário Viana criou o monólogo dramático Natureza Morta. Uma mulher na cena de um crime posa para um pintor que registra com seus pincéis o que acabara de ver. A cena é um diálogo com o pintor, que é representado pelo público. Ao seu lado, um corpo inerte na cama.
Livremente no quadro homônimo do pintor norueguês Edvard Munch (1863-1944), o espetáculo revela os tormentos de uma mulher, que, depois de assassinar seu companheiro, acerta as contas com sua consciência, enquanto toma coragem para ir atrás de um sonho.

NATUREZA MORTA
Texto: Mario Viana
Encenação e direção de arte: Antônio Rodrigues
Elenco: Bruna Castiel
Sonoplastia: Alexandre Guimarães
Iluminação: Ana Catarina Maia
Maquiagem: Vinícius Vieira.
Produção: Cênicas Cia. De Repertório





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