domingo, 9 de agosto de 2009

XVI FESTIVAL NORDESTINO DE GUARAMIRANGA
Pernambuco será representado por ATO - Magiluth e Encruzinhada Hamlet - Cia do Ator Nu.



Sete espetáculos vão compor a MOSTRA NORDESTE do XVI Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga - FNT
06/08/2009


Espetáculos da Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte vão compor a MOSTRA NORDESTE do XVI Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga (FNT), que acontece de 04 a 12 de setembro na cidade serrana do Ceará. Ao todo serão sete os espetáculos desta mostra, sendo dois do Ceará, dois de Pernambuco e os outros três estados serão representados por uma montagem cada.

Os espetáculos da Mostra Nordeste são encenados à noite e, na manhã seguinte a cada apresentação, é realizado um debate aberto, que conta com a participação de debatedores convidados. O melhor espetáculo desta mostra, eleito pelo júri popular, é agraciado com o troféu Beija-Flor. O XVI FNT é uma realização da Associação dos Amigos da Arte de Guaramiranga (AGUA) com patrocínio da Oi e apoio cultural do Oi Futuro, instituto de responsabilidade social da Oi.

São estes os espetáculos da Mostra Nordeste do XVI FNT:

Quebra-Quilos - Coletivo de Teatro Alfenim (PB)
A Mar Aberto – Grupo Atores a Deriva (RN)
Encruzilhada Hamlet - Companhia do Ator Nu (PE)
Ato – Grupo Magiluth (PE)
Grand Thèatre: Pão e Circo - Manada Confraria de Criação e Arte (BA)
Em Passant - Procult (CE)
Encantrago – Grupo Expressões Humanas (CE)

Mostras Paralelas

Além da Mostra Nordeste, o FNT conta com mostras paralelas reúnem 28 espetáculos do Ceará, das cidades de Tauá, Maracanaú, Icapuí, Boa Viagem, Itapipoca, Aquiraz, Crato e Juazeiro do Norte. Dos 28, 27 foram selecionados para compor as mostras Maciço (08 peças), Infantil (09), Palco Ceará (06) e Te-Ato a Meia Noite (04) e um espetáculo convidado, “Histórias de Teatro e Circo”, do grupo Carroça de Mamulengo, de Juazeiro do Norte, que também está na Mostra Infantil com outra peça. Mais informações: (85)3246.5555 e 3246.1242.

SOBRE OS ESPETÁCULOS

QUEBRA-QUILOS
Coletivo de Teatro Alfenim (PB)

Narra a história de duas mulheres que são tangidas do campo e obrigadas a procurar abrigo numa vila do sertão paraibano, nas proximidades de Campina Grande, em fins de 1874. Existem rumores de que os quebra-quilos, sediciosos que se opõem à implantação do sistema métrico decimal, preparam-se para invadir a feira da localidade com o intuito de destruir os padrões de aferição. Tropas da Guarda Nacional estão de prontidão. Mãe e filha serão testemunhas e vítimas da violência das autoridades locais contra os matutos revoltosos, que tentam comerciar na feira o produto de suas pequenas lavouras.

Elenco: Daniel Araújo, Daniel Porpino, Fernanda Ferreira, Sebastião Formiga, Sôia Lira, Verônica Souza, Zezita Matos. Texto e direção: Márcio Marciano. Direção musical: Marco França. Cenário: Márcio Marciano. Figurinos: Maurício Germano. Iluminação: Márcio Marciano. Consultoria de encenação: Fernando Yamamoto. Produção executiva: Humberto Dias. Duração: 80 minutos. Recomendação: Maiores de 14 anos.

A MAR ABERTO
Atores a Deriva (RN)

A Mar Aberto conta a história de um velho lobo do mar, seu José Hermílio. Homem sábio que há mais de 30 anos tira do mar o sustento e a própria razão de existir. Todos os dias (que não são santos) ele e seus companheiros de bargaça tentam a sorte contra a correnteza e possíveis tormentas. Em um desses dias seu Hermílio se viu, em plena pescaria, traído pelo coração. Segundo ele, foram as ‘artimanhas do tinhoso’ que lhe trouxeram o sobrinho de Rita, Júlio de Joana, estudante de medicina que aos 19 anos abandonou a faculdade para ser pescador. O dia dessa pescaria e de resistência contra esse desejo ‘vestido de maldade e com feições tão bonitas...’; a luta contra a tormenta interna e externa formam o conflito central dessa história.

A Mar Aberto é um projeto independente criado pelo Coletivo Artístico Atores à Deriva. O novo texto de Henrique Fontes tem por inspiração ‘Grande Sertão...’, o protagonista, Teobaldo, se vê apaixonado por outro homem – Diadorim, que ele descobre só no final da história, ser mulher. O conflito com o próprio desejo, o preconceito, a rudeza e a paixão, a religiosidade e a culpa são alguns dos temas expostos em A Mar Aberto.

Texto e encenação: Henrique Fontes. Direção e preparação musical: Danúbio Gomes. Elenco: Alex Cordeiro, Bruno Coringa, Doc Câmara, João Victor e Paulo Lima. Produção: Henrique Fontes. Cenário e figurino: Thiago Vieira. Iluminação: Daniel Rocha. Pilates: Lycia Dias. Arte Gráfica e design: Daniel Souto.

ENCRUZILHADA HAMLET
Companhia do Ator Nu (PE)

No texto Encruzilhada Hamlet, os personagens Hamlet e o Coveiro removem a cova onde foram enterrados há cinco séculos, ressurgindo no ano em que a peça está sendo encenada. Trata do patriarcalismo, do sonho, da vida e da morte, da luta de classes, da impossível conciliação plena dos opostos, da idéia e do êxtase de ser criado como personagem e adquirir autonomia como criatura da artificialidade física verdadeira e do sonho permanente nas promessas impossíveis.

Encenação, Cenografia, Figurinos e Dramaturgia: João Denys. Ator e Coordenação de Produção: Edjalma Freitas. Ator e Produção Executiva: Henrique Ponzi. Trilha Sonora: Naná Vasconcelos. Iluminação: Saulo Uchoa. Maquiagem: Marcondes Lima. Preparação de Voz: Rose Mary Martins. Preparação de Corpo: Miriam Asfóra.

ATO
Grupo Magiluth (PE)

O encontro de quatro personagens num universo inóspito onde as boas condições de vida e a esperança em dias melhores estão escassas, na busca por “sombra e água” o jogo de poder e o sadismo entram em cena, por estes homens aprisionados no tempo, amarelados, esquecidos. Lançando mão de uma linguagem gestual e unindo conceito, técnica e poesia, ATO busca um trabalho de interpretação baseado na arte do clown aliado a influências visuais expressionistas de desenho animado e quadrinhos, construindo assim a ótica do palhaço que brinca com suas próprias mazelas dando-lhes um corpo lúdico e poético.

Roteiro: Grupo Magiluth. Encenação: Júlia Fontes e Thiago Liberdade. Elenco: Giordano Castro, Marcelo Oliveira, Lucas Torres e Thiago Liberdade. Direção de Arte: Júlia Fontes. Desenho de Som: Hugo Souza. Desenho de Luz: Pedro Vilela. Direção de Produção: Pedro Vilela. Gênero: Comédia sombria. Duração: 45min. Faixa Etária: Livre.

GRAND THÈATRE: PÃO E CIRCO
Manada Confraria de Criação e Arte (BA)

Ganhador do Prêmio Braskem de Teatro, categoria melhor atriz do ano, o espetáculo teatral Grand Thèatre: Pão e Circo, segundo espetáculo solo da atriz Carolina Kahro Ribeiro, estabelece a analogia entre os antigos “Anfiteatros: Pão e Circo”, arenas romanas onde o sangue de gladiadores e cristãos era derramado para entreter o Cezar e seu povo, e a mídia atual – nossos modernos ‘Freak-Shows’.

Mais uma tragédia na vida de um desconhecido a preencher displicentemente os jornais matinais, mais um jornal vendido e mais uma manhã na vida de homens e mulheres. É nessa linha tênue entre o horror e o espetáculo, entre a dor e o espetáculo, entre o medo e o espetáculo que diferentes histórias de diferentes personagens se confundirão em série de eventos desencadeados a partir da leitura de uma notícia. Sem início e sem fim, de um acontecimento trágico uma nova história se desenrola até um novo desfecho trágico de onde uma nova história nascerá. Ao fim, todas as tragédias que se encerram nos shows cotidianos em nossas salas de estar.

Direção, atuação e roteiro: Carolina Kahro Ribeiro. Trilha original: Leonardo Bittencourt. Audiovisual: Clara Ribeiro e Carolina Kahro Ribeiro. Projeto de Iluminação: Eduardo Tudella. Produção: Clara Ribeiro.

EM PASSANT
Procult (CE)

En Passant retrata um homem e uma mulher que se conhecem em uns balanços de praça, na madrugada. O diálogo entre eles é dificultoso, jamais conseguem se explicar, um ao outro. Atrapalham-se com os próprios pensamentos e com a linguagem. Possuem enorme fluxo interior, mas não conseguem externar senão o caos. Um texto fragmentado em diversas elipses que vão se distanciando do real para dar vazão às sensações. O vazio é a principal matéria, a qual o espetáculo tenta dar forma.

Autor: Rafael Martins. Direção: Jadeilson Feitosa. Assistente de Direção: Rafael Martins. Elenco: Jadeilson Feitosa e Milena Pitombeira. Iluminação: Walter Façanha. Trilha Sonora: Rafael Martins. Cenografia e figurino: Yuri Yamamoto. Fotografia: Rafael Martins. Contra-regra: Ale Rubim. Produção: Mário Alves. Assistente de produção: Ale Rubim. Realização: PROCULT - Produtora de Arte e Eventos Culturais. Faixa Etária: adulto (livre). Duração: 60 minutos. Gênero: drama.

ENCANTRAGO
Expressões Humanas (CE)

Texto, Direção e produção: Herê Aquino. Elenco: Marina Brito, João Paulo Pinho, Annalies Borges, Paulo Botafogo, Natali Rocha, Liliana Brizeno e Miguel Cairo. Stand by: Kantiana Monteiro e Monique Cardoso. Figurino: Marina Brizeno. Cenário: Herê Aquino e Marina Brizeno. Direção Musical: Orlângelo Leal. Iluminação: Wallace Rios.

O espetáculo é um mergulho no coração intratável e miraculoso do Brasil e uma aventura onde os contrastes e as ambivalências consagram o paradoxal mundo sertanejo e a encantada vastidão do homem. A forte presença do universo fantástico, da riqueza do imaginário popular e o resgate dos rituais humanos têm o intuito de aproximar atores e público numa grande vivência integradora que nos remeta a origem do teatro. Essa provocação perpassa metaforicamente vários ritos de passagens, tempos, espaços e mitos que se reafirmam e se embaralham nesse mundo real e simbólico. Mundos estes que, no sertão, se configuram onde a vida é quase uma impossibilidade.

http://agua.art.br/fnt2009/home

GUERREIROS DA BAGUNÇA

GATOS E RAOS BRIGAM POR COMIDA E AFETO

Infanto-juvenil Guerreiros da Bagunça, dirigido por Rudimar Constâncio, está temporada no Teatro Barreto Júnior



Guerreiros da Bagunça, com direção de Rudimar Constâncio, entra em cartaz aos sábados e domingos, às 16h30, no Teatro Barreto Júnior, no Pina. Para preparar a adaptação do texto do gaúcho Guto Greco, o elenco de sete atores precisou arregaçar as mangas e passar por um período intenso de quase um ano de ensaios diários.


Dedicados ao musical infanto-juvenil, os atores aprenderam até mesmo a tocar instrumentos como flauta e sanfona para dar conta da trilha sonora criada por Demétrio Rangel e executada ao vivo. Fome, miséria e guerra estão entre os temas predominantes no espetáculo, que revive o embate entre duas gangues de gatos de rua, que tentam sobreviver do lixo, num país chamado Bagunça, enquanto os ratos ficam à espreita na luta pela comida. De acordo com Rudimar Constâncio, no entanto, estes problemas e críticas ao funcionamento da sociedade trazem como saída o desejo de ser feliz. Daí o tom do espetáculo ser de alegria, descontração e momentos engraçados. “O Guto Greco avacalha com o amor certinho, cartesiano. A vontade de ter alguém e ser bem-sucedido impera em qualquer ser humano, mas complicamos demais esta relação”, aponta Rudimar, que também dirigiu Cegonha boa de bico.


O diretor lembra que este sentimento é desmitificado através dos diálogos divertidos e da implicância inicial entre os jovens gatos Romeo (Gilson Paz) e Julieta (Célia Regina). A alusão à obra de Shakespeare também está presente no nome dos outros personagens, interpretados por Flávio Santos, Neemias Dinarte, Tiago Gondim, Samuel Lira e Ana Paula Arcoverde - que está com nove meses de gestação e alternará papéis com Rafaelle Carvalho. A produção é de Pedro Portugal, responsável por montagens como A bela e a fera, Os três porquinhos e Memórias da Emília. A iluminação é de Saulo Uchôa.

Num país chamado Bagunça, duas gangues de gatos de rua de facções contrárias tentam sobreviver dos restos de alimento que encontram num lixão. A lei da vez é “encher a pança a todo custo”, e quando o lixo não vem, muito por falta da coleta diária, uma opção é avançar no território inimigo.

Com bastante fome, o jovem gatão Romeu, malandro e esperto, em companhia do seu atrapalhado amigo Mercúrio, vai disfarçado a uma festa promovida por seus desafetos e lá, tentando se dar bem, acaba encontrando uma jovem gata, Julieta. Em meio às juras de amor dos dois, uma verdadeira batalha entre as trupes inimigas tem início.

A trilha sonora é executada ao vivo pelo próprio elenco, composto por Célia Regina, Gilson Paz, Flávio Santos, Neemias Dinarte, Ana Paula Arcoverde, Tiago Gondim, Samuel Lira e Rafaelle Carvalho. Foi concebida por Demétrio Rangel, também responsável pelas músicas de A Terra dos Meninos Pelados e O Amor do Galo Pela Galinha D'água.

terça-feira, 1 de julho de 2008

Espetáculo Historinhas de dentro faz viagem pelo corpo humano




O Espetáculo Historinhas de Dentro foi agraciado com o Prêmio Funarte Myriam Muniz no ano de 2007, e agora se encontra na fase de finalização da montagem, tendo uma apresentação especial para entidades filantrópicas no dia 28 de junho no Teatro Apolo.
A estréia oficial será no dia 05 de julho, no Teatro Apolo, às 16h30. Na estréia do espetáculo, o evento se ampliará e terá a participação do Circo da Trindade fazendo uma apresentação circense e ainda um buffet infantil.
Trata-se de um musical infanto-juvenil para toda a família. Contando a história de Clarinha, uma menina de sete anos que tem um problema cardíaco e a partir de um questionamento deseja entrar no seu corpo para ver e ouvir seu coração. Em um momento, ela entra em parada cardíaca e se vê dentro do próprio corpo e percebe que lá dentro é um circo.
Com texto e Direção de Samuel Santos, Direção musical de Zeh Rocha, preparação circense do Circo da Trindade, Direção de arte de Java Araújo, Iluminação de "O Poste, Soluções Luminosas", além da presença da fonoaudióloga Theonila Barbosa e do Professor de canto lírico Sebastião Câmara. No elenco: Andreza Nóbrega, Eduardo Rios, Milena Marques, Nana Sodré, Thelma Albuquerque e Vanessa Lourena; e formando a banda que executará as músicas ao vivo: Bruno Rodrigues, Danilo Marinho e Samuel Lira.
Serviço:
O que: Historinhas de Dentro
Quando: 28 de junho (apresentação especial) e estréia oficial da temporada 05 de Julho às 16h30.
Ficando em temporada todos os sábados e domingos, durante o mês de julho.
Quanto: R$10,00 (inteira) R$5,00(estudante).
Post retirado do site www.teatrope.com
Saudações Dionísicas

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

***Premiados com o Troféu APACEPE de Teatro e Dança 2008 ***

O Janeiro de Grandes Espetáculos premia melhores de sua programação 2008.
A entrega do Prêmio Apacepe de Teatro e Dança, que encerrou o 14° Janeiro de Grandes Espetáculos no Recife (a programação continua até o dia 27 em Limoeiro), aconteceu ontem à noite (quarta, dia 23), com o Teatro de Santa Isabel praticamente lotado. Sob direção de Carlos Carvalho e apresentação dos jornalistas Mônica Silveira e Fernando Rêgo Barros, o evento começou com uma divertida cena na qual vários artistas do teatro e da dança corriam desesperados atrás de um dos prêmios concebidos pelo artista plástico Miro Borges, enquanto o ator Mário Miranda discorria, com muito bom humor, sobre o papel da arte e o sentido daquela competição.

Em seguida, foram feitas as primeiras homenagens: a Leda Alves, numa referência aos 90 anos de nascimento do saudoso Hermilo Borba Filho, e à Cia. Trupe do Barulho, pelos 16 anos de sucesso da equipe.

A entrega dos prêmios foi marcada por muita torcida, aplausos e, claro, alguns muxoxos. Impossível agradar a todos! Albemar Araújo leu um belo texto lembrando três despedidas: a do colunista social Orismar Rodrigues, a do produtor e agitador cultural Don Antônio e a da atriz Dulcinéa de Oliveira. Já o carioca José Mauro Brant relembrou o pensamento de Lorca sobre a verdadeira função do teatro. Com projeção de várias fotografias, Leidson Ferraz leu dois textos homenageando os dois grupos teatrais pernambucanos há mais tempo em atividade no Estado, o Teatro de Amadores de Pernambuco (TAP) e o Teatro Experimental de Arte (TEA). Ao final da leitura, subiram ao palco os líderes de cada um deles, Reinaldo de Oliveira e o casal Arary Marrocos e Argemiro Pascoal, bastante aplaudidos. Quase ao final da premiação, os atores Mário Miranda e Gerson Lobo fizeram a platéia gargalhar bastante com uma cena sobre um jovem artista que vai fazer teste para um novo espetáculo. A festa terminou com um arrastão de alegria comandado pelo Maestro Forró e sua Orquestra Popular da Bomba do Hemetério. Entre as personalidades que entregaram troféus, Celso Frateschi, presidente da Funarte, e Luciana Azevedo, presidente da Fundarpe, que garantiu R$ 12 milhões para a verba do Funcultura neste ano.

OBS: A avaliação do 14° Janeiro de Grandes Espetáculos acontecerá na próxima segunda-feira, dia 28, às 18h, no Teatro Hermilo Borba Filho. Compareça!



***PREMIADOS***

DANÇA:


Melhor Espetáculo: Entre Nós (Cia. Vias da Dança)

Melhor Bailarino: Juan Guimarães (Entre Nós)

Melhor Bailarina: Januária Finizola (Entre Nós)

Melhor Trilha Sonora: Ivaldo Mendonça e Adriana Milet (DESencaminhado)

Melhor Iluminação: Saulo Uchôa e Sávio Uchôa (Corpo-Massa: Pele e Ossos)

Melhor Cenografia: Marcondes Lima (DESencaminhado)

Melhor Figurino: Marcondes Lima, Maria Agrelli e Henrique Celibi (Conceição)

Melhor Coreografia: Ivaldo Mendonça (Entre Nós)



Prêmio Especial em Dança:
*À Cia. Etc., pelo trabalho de pesquisa no espetáculo Corpo-Massa: Pele e Ossos

TEATRO PARA INFÂNCIA E JUVENTUDE:



Melhor Espetáculo: Rififi no Picadeiro (Trupe Ensaia Aqui e Acolá)

Melhor Diretor: Clara Camarotti e Viviane Bezerra (Rififi no Picadeiro)

Melhor Ator: Jorge de Paula (Rififi no Picadeiro)

Melhor Atriz: Sem Indicação

Melhor Ator Coadjuvante: Adriano Cabral (Meu Reino Por Um Drama)

Melhor Atriz Coadjuvante: Ivone Cordeiro (Avoar)

Ator Revelação: Daniel Alcântara (Rififi no Picadeiro)

Atriz Revelação: Sem Indicação

Melhor Trilha Sonora: Adriana Milet (Rififi no Picadeiro)

Melhor Iluminação: Martiniano Almeida (Meu Reino Por Um Drama)

Melhor Cenário: Marcondes Lima (Meu Reino Por um Drama)

Melhor Figurino: Marcondes Lima (Meu Reino Por Um Drama)

Melhor Maquiagem: Marcondes Lima (A Flauta Mágica)



Prêmios Especiais Teatro Para Infância e Juventude:
*Ao Grupo Mulungu Teatro de Bonecos, pela manipulação de bonecos no espetáculo O Sumiço da Galinha Maristela;
*André Filho, pela trilha sonora do espetáculo Avoar



TEATRO ADULTO:




Melhor Espetáculo: A Paixão e a Sina de Mateus e Catirina (Tropa do Balaco Baco & Equipe Teatral de Arcoverde)

Melhor Diretor: Romualdo Freitas (A Paixão e a Sina de Mateus e Catirina)

Melhor Ator: Alfredo Borba (Maçã Caramelada)

Melhor Atriz: Augusta Ferraz (MEDÉAponto)

Melhor Ator Coadjuvante: Adriano Cabral (O Bom Samaritano)

Melhor Atriz Coadjuvante: Sandra Rino (Maçã Caramelada)

Ator Revelação: Marcelo Oliveira (Corra)

Atriz Revelação: Júlia Fontes (Corra)

Melhor Trilha Sonora: Zoca Madureira (O Cão Sem Plumas)

Melhor Iluminação: Játhyles Miranda (Ópera)

Melhor Cenário: Marcondes Lima (Ópera)

Melhor Figurino: Pedro Gilberto (A Paixão e a Sina de Mateus e Catirina)

Melhor Maquiagem: Pedro Gilberto (A Paixão e a Sina de Mateus e Catirina)


Prêmio Especial da Apacepe (Destaque na Produção):
*A Mônica Lira, do Grupo Experimental, pela produção e formação em dança


Leidson Ferraz (assessoria de imprensa) 9292 1316

terça-feira, 22 de janeiro de 2008


Nesta quarta, em ritmo de festa, o projeto Janeiro de Grandes Espetáculos premia melhores produções locais de sua programação 2008



Nesta quarta-feira, dia 23, a partir das 19h, no Teatro de Santa Isabel (tel. 3232 2940), acontecerá a entrega do Prêmio APACEPE de Teatro e Dança, oferecido pela Associação dos Produtores de Artes Cênicas de Pernambuco através de três comissões julgadoras que elegem os melhores do projeto Janeiro de Grandes Espetáculos nas categorias teatro adulto, infanto-juvenil e dança. O evento, uma espécie de “Oscar” da produção cênica local, com direito a torcida e muita comemoração, já que este é o único prêmio oficial dado às nossas produções profissionais, terá entrada gratuita. Os ingressos serão distribuídos no dia, a partir das 17h, na bilheteria do próprio teatro. Na realidade, trata-se de uma grande confraternização de artistas, com algumas atrações convidadas apresentando performances inéditas. Neste ano, presenças da atriz e cantora gaúcha Deborah Finocchiaro (que trouxe ao Janeiro dois solos, o poético “Sobre Anjos & Grilos – O Universo de Mario Quintana” e a tragicomédia “Pois é, Vizinha...”) e do ator e cantor carioca José Mauro Brant (que apresentou o solo “Federico García Lorca – Pequeno Poema Infinito”), além da Orquestra Popular da Bomba do Hemetério, liderada pelo Maestro Forró, prometendo um arrastão de alegria ao final.

Nesta edição, o troféu foi concebido pelo artista plástico Miro Borges e a apresentação do evento ficará ao cargo dos jornalistas Mônica Silveira e Fernando Rêgo Barros, com direção de Carlos Carvalho. Também serão feitas homenagens – com projeção de várias fotografias raras – ao Teatro de Amadores de Pernambuco (TAP) e ao Teatro Experimental de Arte (TEA), de Caruaru, os dois grupos teatrais há mais tempo em atividade no nosso Estado, desde 1941 e 1962, respectivamente. Detalhe: o TAP é recordista mundial! Ainda estão programadas referências póstumas ao colunista social Orismar Rodrigues, ao produtor cultural Don Antônio e à atriz Dulcinéa de Oliveira. Entre as presenças ilustres confirmadas, o presidente da Funarte, Celso Frateschi.
As comissões julgadoras foram compostas por Alexandre Macedo, Giordano Gorki, Simone Monteiro, Ricardo de Almeida e Adriana Carneiro na categoria Dança; Rodrigo Dourado, Auricéia Fraga, Quiercles Santana, José Francisco Filho e Augusta Ferraz na categoria teatro infanto-juvenil; e Maria Rita Costa Freire, Ana Elizabeth Japiá, Kalyna de Paula, João Maria e Fernando Limoeiro na categoria teatro adulto. A partir de quinta, e até o domingo, o Janeiro de Grandes Espetáculos acontece na cidade de Limoeiro.

Maiores informações: 3421 8456.

Indicados ao Troféu APACEPE de Teatro e Dança 2008

DANÇA:

Melhor Espetáculo:
Conceição (Grupo Experimental);
Corpo-Massa: Pele e Ossos (Cia. Etc.);
DESencaminhado (Compassos Cia. de Danças);
Entre Nós (Cia. Vias da Dança); Preto no Branco (Cia. de Dança Artefolia)

Melhor Bailarino:
Juan Guimarães (Conceição);
Juan Guimarães (Entre Nós);
Peterson Maia (DESencaminhado);
Ramon Milanez (Entre Nós);
Rodrigo Castelo Branco (Preto no Branco)

Melhor Bailarina:

Ana Emília Freire (Conceição);
Helijane Rocha (Conceição);
Januária Finizola (Entre Nós);
Patrícia Cruz (Recife – Paralelo 8);
Renata Lisboa (Conceição)

Melhor Trilha Sonora:
Ivaldo Mendonça (DESencaminhado);
Ivaldo Mendonça e Adriana Milet (Entre Nós);
Henrique Maia (Corpo-Massa: Pele e Ossos);
Luciano Oliveira (Preto no Branco)

Melhor Iluminação:
Beto Trindade (Conceição);
Eron Villar (DESencaminhado);
Martiniano Almeida (Entre Nós);
Saulo Uchôa e Sávio Uchôa (Corpo-Massa: Pele e Ossos)
Melhor Cenografia:

Luciana Padilha (Preto no Branco);
Marcondes Lima (Conceição);
Marcondes Lima (DESencaminhado);
Martiniano Almeida (Entre Nós)
Melhor Figurino:

Henrique Celibi (Recife – Paralelo 8);
Luciano Pontes (Negro de Estimação);
Marcondes Lima e Maria Agrelli (Conceição);
Marcondes Lima (DESencaminhado)

Melhor Coreografia:
Ivaldo Mendonça (DESencaminhado);
Ivaldo Mendonça (Entre Nós);
Ivaldo Mendonça, Célia Meira e Marília Rameh (Preto no Branco);
Mônica Lira (Conceição);
José W. Júnior, Marcelo Sena e Saulo Uchôa (Corpo-Massa: Pele e Ossos)

* Será entregue ainda um prêmio especial concedido pelo júri.

TEATRO PARA INFÂNCIA E JUVENTUDE:

Melhor Espetáculo:
Avoar (Página 21 & TTTrês Produções Artísticas);
Meu Reino Por Um Drama (Métron Produções);
Rififi no Picadeiro (Trupe Ensaia Aqui e Acolá)
Melhor Direção:
Clara Camarotti & Viviane Bezerra (Rififi no Picadeiro);
Rubson Rufino (O Sumiço da Galinha Maristela);
Ruy Aguiar (Meu Reino Por Um Drama)

Melhor Ator: Apenas uma indicação
Melhor Atriz: Sem Indicação
Melhor Ator Coadjuvante:
Adriano Cabral (Meu Reino Por Um Drama);
Célio Pontes (Avoar)
Melhor Atriz Coadjuvante:
Ivone Cordeiro (Avoar);
Luciana Canti (Hipopocaré, o Rei da Galhofa);
Marília Mendes (Meu Reino Por Um Drama);
Regina Carmem (Meu Reino Por Um Drama)
Ator Revelação: Apenas uma indicação
Melhor Sonoplastia: Apenas uma indicação

Melhor Iluminação: Apenas uma indicação

Melhor Cenário:
Jorge de Paula (Rififi no Picadeiro);
Marcondes Lima (A Flauta Mágica);
Marcondes Lima (Meu Reino por um Drama)

Melhor Figurino:
Marcondes Lima (A Flauta Mágica);
Marcondes Lima (Meu Reino Por Um Drama);
Marcondes Lima (Rififi no Picadeiro)

Melhor Maquiagem:
Marcondes Lima (A Flauta Mágica);
Marcondes Lima (Meu Reino Por Um Drama);
Marcondes Lima (Rififi no Picadeiro)

* Serão entregues ainda dois prêmios especiais concedidos pelo júri.

TEATRO ADULTO:

Melhor Espetáculo:

A Paixão e a Sina de Mateus e Catirina (Tropa do Balaco Baco & Equipe Teatral de Arcoverde);

Corra (Grupo MAGILUTH);

Ópera (Coletivo Angu de Teatro)


Melhor Direção:

Camilo Cavalcanti (O Cão Sem Plumas);

Marcelo Oliveira (Corra);

Marcondes Lima (Ópera);

Romualdo Freitas (A Paixão e a Sina de Mateus e Catirina)


Melhor Ator:

Alfredo Borba (Maçã Caramelada);

Arilson Lopes (Ópera);

Fábio Caio (Ópera);

Gilberto Brito (O Palhaço Jurema e os Peixinhos Dourados);

Mário Arantes (A Paixão e a Sina de Mateus e Catirina)


Melhor Atriz:

Augusta Ferraz (MEDÉAponto);

Maria de Jesus Baccarelli (Os Desastres de Sofia);

Sonia Christnak (Lição de Botânica)


Melhor Ator Coadjuvante:

Adriano Cabral (O Bom Samaritano);

Edinaldo Ribeiro (Lição de Botânica)

Melhor Atriz Coadjuvante:

Andrêzza Alves (O Palhaço Jurema e os Peixinhos Dourados);

Leila Freitas (Os Desastres de Sofia);

Sandra Rino (Maçã Caramelada)


Ator Revelação:

Arthur Canavarro (Psicoses);

Lucas Torres (Corra);

Marcelo Oliveira (Corra)


Atriz Revelação:

Ana Dulce Pacheco (Psicoses);

Júlia Fontes (Corra)


Melhor Sonoplastia:

Anatálio Ferreira (Os Desastres de Sofia);

Henrique Macedo, André Brasileiro e Marcondes Lima (Ópera);

Hugo Souza (Corra);

Lula Moreira e Cacau Arcoverde (A Paixão e a Sina de Mateus e Catirina);

Zoca Madureira (O Cão Sem Plumas)


Melhor Iluminação:

Cleison Ramos e Diogo Barbosa (Atores da Noite);

Játhyles Miranda (Ópera);

O Poste Soluções Luminosas (O Cão Sem Plumas);

Pedro Vilela (Corra); Saulo Uchôa (Os Desastres de Sofia)


Melhor Cenário:

Marcondes Lima (O Palhaço Jurema e Os Peixinhos Dourados);

Marcondes Lima (Ópera);

Romualdo Freitas (A Paixão e a Sina de Mateus e Catirina)


Melhor Figurino:

Marcondes Lima (MEDÉAponto);

Marcondes Lima (Ópera);

Pedro Gilberto (A Paixão e a Sina de Mateus e Catirina)


Melhor Maquiagem:

Marcondes Lima (Ópera);

Nani Mell (Lição de Botânica);

Pedro Gilberto (A Paixão e a Sina de Mateus e Catirina)


Até quarta feira com os vencedores!!!

quarta-feira, 7 de novembro de 2007




***COMEÇA HOJE A MARATONA TEATRAL NO RECIFE***




X Festival Nacional de Teatro do Recife



P R O G R A M A Ç Ã O




Quarta (07/11)
Espetáculo: O bom samaritano – Projeto O Aprendiz Encena (PE)
Local: Teatro Hermilo Borba Filho
Horário: 19h


Quinta (08/11)
Espetáculo: Pequenos milagres – Grupo Galpão (MG)

Local: Teatro de Santa Isabel
Horário: 21h

Espetáculo: O bom samaritano – Projeto O Aprendiz Encena (PE)
Local: Teatro Hermilo Borba Filho
Horário: 19h


Sexta (09/11)
Espetáculo: Pequenos milagres – Grupo Galpão (MG)
Local: Teatro de Santa Isabel
Horário: 21h

Espetáculo: Negro de estimação – Kléber Lourenço (PE)
Local: Teatro Apolo
Horário: 19h

Espetáculo: Eu sou minha própria mulher – Edwin Luisi (RJ)
Local: Teatro do Parque
Horário: 21h





Sábado (10/11)
Espetáculo: Pequenos milagres – Grupo Galpão (MG)
Local: Teatro de Santa Isabel
Horário: 21h

Espetáculo: Negro de estimação – Kléber Lourenço (PE)
Local: Teatro Apolo
Horário: 19h

Espetáculo: Eu sou minha própria mulher – Edwin Luisi (RJ)
Local: Teatro do Parque
Horário: 21h

Espetáculo: Meu reino por um drama – Métron Produções (PE)
Local: Teatro do Parque
Horário: 16h

Espetáculo: O amor do galo pela galinha d’água – Quadro de Cena (PE)
Local: Refinaria Multicultural – Nascedouro de Peixinhos
Horário: 16h


Domingo (11/11)
Espetáculo: Meu reino por um drama – Métron Produções (PE)
Local: Teatro do Parque
Horário: 16h

Espetáculo: O amor do galo pela galinha d’água – Quadro de Cena (PE)
Local: Refinaria Multicultural – Nascedouro de Peixinhos
Horário: 16h

Espetáculo: Mucurana, o peixe - CPT (PE)
Local: Centro de Pesquisa Teatral
Horário: 21h


Segunda (12/11)
Espetáculo: Mucurana, o peixe - CPT (PE)
Local: Centro de Pesquisa Teatral
Horário: 21h

Espetáculo: Mestre Haroldo e os meninos - Ewald Hackler (BA)
Local: Teatro de Santa Isabel
Horário: 21h

Espetáculo: O pupilo quer ser tutor - Cia. Teatro Sim...Por Que Não?!!! (SC)
Local: Teatro Apolo
Horário: 19h





Espetáculo: O casamento – Clowns de Shakespeare (RN)
Local: Refinaria Multicultural – Nascedouro de Peixinhos
Horário: 20h

Espetáculo: Curupira – In Bust (PA)
Local: Escola Municipal Jornalista Costa Porto - Coque
Horário: 10h

Espetáculo: Poemas para brincar – As Graças (SP)
Local: Praça do Campo Santo – Santo Amaro
Horário: 16h


Terça (13/11)
Espetáculo: Mestre Haroldo e os meninos - Ewald Hackler (BA)
Local: Teatro de Santa Isabel
Horário: 21h

Espetáculo: O pupilo quer ser tutor - Cia. Teatro Sim...Por Que Não?!!! (SC)
Local: Teatro Apolo
Horário: 19h

Espetáculo: O casamento – Clowns de Shakespeare (RN)
Local: Refinaria Multicultural – Nascedouro de Peixinhos
Horário: 20h

Espetáculo: Curupira – In Bust (PA)
Local: Escola Municipal Florestan Fernandes – Ibura de Baixo
Horário: 10h

Espetáculo: Curupira – In Bust (PA)
Local: Escola Municipal Jordão Emerenciano – UR-2
Horário: 16h

Espetáculo: Noite de reis – As Graças (SP)
Local: CSU Novaes Filho – Campina do Barreto
Horário: 16h

Espetáculo: Otelo da Mangueira – Daniel Herz (RJ)
Local: Teatro do Parque
Horário: 20h


Quarta (14/11)
Espetáculo: Otelo da Mangueira – Daniel Herz (RJ)
Local: Teatro do Parque
Horário: 20h

Espetáculo: Amores surdos – Espanca (MG)
Local: Teatro Hermilo Borba Filho
Horário: 21h

Espetáculo: Curupira – In Bust (PA)
Local: Centro de Treinamento da Secretaria de Educação da PCR - Coelhos
Horário: 10h

Espetáculo: Noite de reis – As Graças (SP)
Local: Academia da Cidade – Alto do Capitão
Horário: 16h

Espetáculo: Curupira – In Bust (PA)
Local: Escola Estadual Caio Pereira – Alto José Bonifácio
Horário: 16h


Quinta (15/11)
Espetáculo: Amores surdos – Espanca (MG)
Local: Teatro Hermilo Borba Filho
Horário: 21h

Espetáculo: Curupira – In Bust (PA)
Local: Escola de Samba 4 de Outubro – Alto de Santa Isabel
Horário: 10h

Espetáculo: Curupira – In Bust (PA)
Local: Escola Estadual Lauro Diniz - Ipsep
Horário: 16h

Espetáculo: Noite de reis – As Graças (SP)
Local: Cruzamento Ruas Caripós e Rosário de Minas
Horário: 20h

Espetáculo: Poemas para brincar – As Graças (SP)
Local: Escola Municipal São Cristóvão - Guabiraba
Horário: 10h

Espetáculo: Isadora Orb, a metáfora – Ricky Seabra & Andrea Jabor (RJ)
Local: Teatro Apolo
Horário: 19h


Sexta (16/11)
Espetáculo: Isadora Orb, a metáfora – Ricky Seabra & Andrea Jabor (RJ)
Local: Teatro Apolo
Horário: 19h

Espetáculo: História de amor, últimos capítulos – Teatro da Vertigem (SP)
Local: Teatro do Parque
Horário: 18h e 21h









Espetáculo: Vem, vai, o caminho dos mortos – Cia. Livre (SP)
Local: Refinaria Multicultural – Nascedouro de Peixinhos
Horário: 20h

Espetáculo: Curupira – In Bust (PA)
Local: Escola Gigante do Samba – Água Fria
Horário: 16h

Espetáculo: Curupira – In Bust (PA)
Local: Escola Municipal Trajano Chacon – Cordeiro
Horário: 10h

Espetáculo: Poemas para brincar – As Graças (SP)
Local: Praça Arraial do Bom Jesus - Torrões
Horário: 16h


Sábado (17/11)
Espetáculo: O continente negro – Aderbal Freire Filho (SP)
Local: Teatro de Santa Isabel
Horário: 21h

Espetáculo: Dinossauros – Espaço Cena (DF)
Local: Teatro Apolo
Horário: 19h





Espetáculo: Hoje é dia de amor – Antônio Cadengue (SP)
Local: Teatro Hermilo Borba Filho
Horário: 21h

Espetáculo: História de amor, últimos capítulos – Teatro da Vertigem (SP)
Local: Teatro do Parque
Horário: 18h e 21h

Espetáculo: Vem, vai, o caminho dos mortos – Cia. Livre (SP)
Local: Refinaria Multicultural – Nascedouro de Peixinhos
Horário: 20h

Espetáculo: Noite de reis – As Graças (SP)
Local: Praça da Lavadeira - Areias
Horário: 16h


Domingo (18/11)
Espetáculo: O continente negro – Aderbal Freire Filho (SP)
Local: Teatro de Santa Isabel
Horário: 21h

Espetáculo: Dinossauros – Espaço Cena (DF)
Local: Teatro Apolo
Horário: 19h

Espetáculo: Hoje é dia de amor – Antônio Cadengue (SP)
Local: Teatro Hermilo Borba Filho
Horário: 21h

Espetáculo: Vem, vai, o caminho dos mortos – Cia. Livre (SP)
Local: Refinaria Multicultural – Nascedouro de Peixinhos
Horário: 20h

Espetáculo: Poemas para brincar – As Graças (SP)
Local: Praça Noel Rodrigues – San Martin
Horário: 16h

Ingressos
Teatro de Santa Isabel, Apolo e Hermilo Borba Filho: R$ 5 (preço único)
Teatro do Parque: R$ 1 (preço único)
Espaços públicos: Gratuito
Classe artística: R$ 2 (à venda na Feteape e no Sated)


Programação eventos especiais

Seminário: Nova Dramaturgia Brasileira em Perspectiva – os novos autores e o Brasil

O seminário se propõe a oferecer uma amostra da variedade de soluções temáticas e formais que estão sendo utilizadas na dramaturgia contemporânea, com debates sobre a obras de vários autores.

Mediador: Vavá Schön-Paulino.

Dia 12/11

10h às 13h - Francisco Carlos (AM)

Dramaturgo amazonense fundou, em Belém, o grupo Trompas de Phalópio, que agitou a cena teatral na década de 80 com peças como O Estranho Caso da Pantera da Serra com o bandoleiro Durango Brasil e Os Caçadores da Vaca Fosforescente, entre outras.

Leitura dramática da peça: “MuraOutside”.

Comentador – Luiz Fernando Ramos (SP)

14h às 18h - Roberto Alvim (RJ)

É autor e diretor de 15 peças, encenadas no Rio de Janeiro, São Paulo, França, Argentina e Suíça. Sua obra já foi traduzida para o italiano, francês, espanhol e grego, e há publicações teóricas sobre o seu trabalho no Brasil, Argentina, Espanha e França.

Leitura dramática da peça: ”Nocaute”.

Comentador – Luiz Fernando Ramos (SP)

Dia 13/11

10h às 13h - Emmanuel Nogueira (PB)

Jornalista e crítico teatral paraibano, é especialista em Teorias da Comunicação e da Imagem, dramaturgo e roteirista formado pelo Instituto Dragão do Mar de Arte e Indústria Audiovisual do Ceará. É autor de peças premiadas, como O Último Dia de Glória, Prêmio Myriam Muniz/2007.

Leitura dramática da peça: “Antes do Sol”

Comentador – Fran Teixeira (CE)

14h30 às 18h30 - Márcio Marciano (SP)

Dramaturgo e diretor teatral integrante do Núcleo de dramaturgia da Companhia do Latão, de São Paulo desde a sua fundação, em 1997. Escreveu e dirigiu, em parceria com Sérgio de Carvalho, mais de uma dezena de espetáculos, entre os quais O nome do Sujeito, A Comédia do Trabalho, O Mercado do Gozo e Auto dos Bons Tratos.

Leitura dramática da peça: “Quebra-quilos”.

Comentador – Fran Teixeira (CE)

Dia 14/11

10h às 13h - Grace Passô (MG)

Nasceu em Belo Horizonte, é atriz, formada no Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado. A trajetória da dramaturga está intimamente ligada ao jovem grupo Spanca!, para o qual e com o qual escreveu duas peças recebidas com entusiasmo por público e crítica em festivais no Brasil e no exterior: Por Elise e Amores Surdos.

Leitura dramática da peça: “O Desejo”.

Comentador – Luís Augusto Reis (PE)

14h30 às 18h30 - Luiz Felipe Botelho (PE)

Nasceu no Recife em 1959. Dramaturgo e Mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia, é também ator, programador visual, diretor e roteirista de vídeos. Escreve para Teatro desde 1988, tendo criado vinte e oito peças, oito delas publicadas e quase todas já encenadas.

Leitura dramática da peça: “Os Sacos Vermelhos”.

Comentador – Luís Augusto Reis (PE)

Dia 16/11

10h às 13h - Marcos Barbosa (CE)

Dramaturgo cearense, está radicado em Salvador desde 2002 e atualmente é doutorando pela Universidade Federal da Bahia. Autor de mais de uma dezena de textos teatrais, quase todos já encenados, destacam-se entre seus trabalhos: Na Batucada da Vida, Auto de Angicos (Prêmio Braskem de Teatro, 2004), Curral Grande e Minha Irmã (Prêmio Paulo Pontes, 2001).

Leitura dramática da peça: “Avental todo sujo de ovo”.

Comentador – João Silvério Trevisan (SP)

14h30 às 18h30 - Newton Moreno (PE)

Dramaturgo recifense radicado em São Paulo, encenou seu primeiro texto, Deus Sabia de Tudo e Não Fez Nada, em 2001. Entre suas peças está Agreste, montada pela Cia Razões Inversas, com direção de Márcio Aurélio, pelo qual ganhou os prêmios Shell e APCA de Melhor Autor em 2004.

Leitura dramática da peça: “Talvez uma grande dor possa falar por ela, Medea”.

Comentador – João Silvério Trevisan (SP)

Oficinas

Inscrições gratuitas no Centro Apolo-Hermilo de segunda a sexta em horário comercial

Telefones: 3232-2030 / 2031 / 2028

Iluminação com fontes alternativas

Alternativas experimentais para solucionar questões práticas no desempenho criador do iluminador.

Lúcia Chedieck (SP) Dias 11, 12, 13, das 19h30 às 22h30

Local: Sede da Cia. Compassos de Dança – Rua da Moeda, 93 / Recife Antigoe Refinaria Multicultural Nascedouro de Peixinhos 14 e 15/11 das 14 h às 18 h


Interpretação Realista para a Cena Contemporânea. Ferramentas do ator para atuação e compreensão dessa dramaturgia recente, chamada de realismo contemporâneo.

Denise Weinberg (SP) 12 a 16/11/2007 das 14 h às 17 h

Local: Centro de Pesquisa Teatral Recife (CPT) – Travessa do Amorim, 66 – Recife Antigo


Iniciação à DramaturgiaEstratégias de construção na dramaturgia contemporânea: análise e criação.

Roberto Alvim (RJ) 12 a 15/11/2007 das 14 h às 18 h

Local: Teatro de Santa Isabel (sala de dança)


Teatro Dialético e criação coletiva - Delineamento dos procedimentos narrativos na construção do realismo da cena. Caracterização da natureza da “ação física” a partir da experimentação prática através de temas de improvisação.

Márcio Marciano (SP) 13 A 17/11/2007 das 08 h às 12 h

Local: Teatro de Santa Isabel (sala de dança)


Oficina Teatro com Bonecos - Construção de personagem em boneco fantoche de vara para utilização no teatro de bonecos como recurso de linguagem artística.

Aníbal Pacha (PA) 12 a 16/11/2007 das 08 h às 12 h

Refinaria Multicultural Sítio Trindade


Iniciação à Arte do Ator - Oficina de iniciação teatral para atores e pessoas interessadas, tendo a criação coletiva da cena como eixo organizador da atividade.

Edgar Castro (SP) 14 a 17/11/2007 das 14 às 17 h

Local: Refinaria Multicultural Nascedouro de Peixinhos



Encontro de Jornalistas

Teatro fora do eixo: o papel da imprensa.

Dia: 10/11, 14 h às 17 h

Teatro Hermilo Borba Filho

Mediador: Kil Abreu, Magela Lima (CE), Valmir Santos (SP), Beth Néspoli (SP), Sérgio Maggio (DF).



Exposições

Festival Recife do Teatro Nacional – 10 Atos

Curadoria: Célio Pontes

Montagem: Djair Freire, Mônica Maria da Silva

Teatro do Parque, de 9 a 18 de novembro, de segunda a domingo das 9h às 20h

Encontro com Hermilo Borba Filho

Teatro de Santa Isabel – Salão Nobre, de 8 a 18 de novembro, das 18h às 22h

Teatro da Vertigem: 15 anos de processos colaborativos

Teatro do Parque, de 16 a 18 de novembro, das 9h às 20h



Lançamento de Livros


13 de novembro, 19h Teatro do Parque

A Esfinge Investigada – Seminário Nelson Rodrigues Recife 2006 - Organizado por Aimar Labaki e Antonio Edson Cadengue.

Recife: Fundação de Cultura Cidade do Recife, 2007.

Hermilo – Lembrança viva de um mestre - Organizado por Lúcia Machado.

Recife: Fundação de Cultura Cidade do Recife, 2007.

Hermilo Borba Filho – Teatro Selecionado - Organizado por Leda Alves e Luís Augusto Reis.

Rio de Janeiro: Ed. Edições Funarte, 2007.


Avaliação

Avaliador: Luiz Paulo Vasconcelos (RJ)

Dia 19/11/2007 - segunda-feira, às 19 h

Teatro Apolo


Festa de Encerramento

Dia 17/11/2007, às 23:30 h

Depois Dancing Bar – Av. Rio Branco nº 66 / Recife AntigoCom Victor Camarote & Banda Arquibancada.Telefone: 3424-7451

terça-feira, 30 de outubro de 2007


***ELAS***



Quem são ELAS?

ELAS são quatro mulheres onde cada uma tem uma relação diferente com o amor. Ele é visto sob diversos ângulos: uma mulher bem-sucedida, mas que para alcançar seu êxito profissional abre mão do marido e da filha; uma psicóloga que nunca tinha encontrado o prazer e consegue descobri-lo, é traída, mas consegue ser feliz e estabelecer sua forma de amar; uma mulher que vê sua vida amorosa perfeita ser desestabilizada a partir do nascimento do filho e de um acidente com o marido; e uma jovem que, olhando pra sua vida sentimental, pensa que deveria ter arriscado mais por amor; mas que ainda assim é bem resolvida com isso e pensa em, a partir de agora, ir em busca deste amor do qual sempre fugiu.
O que reproduzimos na peça é o mundo atual da mulher. Não de uma forma social, mas pessoal. Levamos ao público não o “eu social” da mulher no mundo contemporâneo, mas as sutilezas dos sentimentos guardados em cada uma das personagens no interior de seus quartos.


Carolina. Jornalista, recém divorciada, mãe.
Ela é forte e coerente nas suas decisões e vontades. Perde o marido e a guarda da filha por optar ser vencedora na sua profissão. Carolina acordará e decidirá não fazer a sua rotina. Ela resolve pensar sua vida, questionar suas escolhas, ponderar seus sentimentos.


Anne. Escritora, mãe, casada.
Inteligente, amante, verdadeira e com muitas coisas pra viver. Anne vive intensamente todos os momentos, por mais que se arrependa depois. O ponto forte de Anne em relação ao amor é o próprio amor. Ele a rege e a faz errar e acertar. Anne precisa amar e ser amada. Ela tem seus heróis a partir do amor e tem uma necessidade extrema: ser o centro das atenções do ser amado.


Sofia de Anhalt. Mestre em Física, professora universitária, solteira.
Sofia é o retrato de uma mulher tranqüila, que consegue aliar sua vida profissional à sua vida amorosa. Tem uma característica marcante: num primeiro instante, tem um ar de desdém, mas guarda por trás desta pose uma mulher feminina, romântica e que se descobre construindo uma bela história de amor. Ela, no palco, dá ao público a sua descoberta de amor.


Celeste. Psicóloga, solteira.
A psicóloga Celeste jamais pensou que se veria envolvida numa trama de tão delicadas emoções. Durante um baile de carnaval, descobre que foi traída de forma absurda, tendo ela mesma sido o agente motivador da traição. Explica-se: Celeste é uma profissional que, ao concluir o seu mestrado, conhece um diretor de teatro que corresponde às suas expectativas física, intelectual e emocional. Satisfeita, entrega-se ao amor perdidamente. Porém, a vida lhe prega uma bela surpresa. Até que ponto um amor pode esconder o simples desejo carnal?

Novembro, sábados e domingos, às 20h, no Teatro Joaquim Cardozo.
Teatro fica no Centro Cultural Benfica, na Rua Benfica, 157, Madalena, ao lado da Blue Angel.
Ingressos: R$ 10,00 e R$ 5,00 (estudante)




Retrato

Eu não tinha este rosto de hoje, assim calmo, assim triste, assim magro, nem estes olhos tão vazios, nem o lábio amargo. Eu não tinha estas mãos sem força, tão paradas e frias e mortas; eu não tinha este coração que nem se mostra. Eu não dei por esta mudança, tão simples, tão certa, tão fácil: — Em que espelho ficou perdida a minha face?
Cecília Meireles



"PALAVRAS DO DIRETOR"






Jorge Féo, na busca de uma identidade cênica sólida e do seu primeiro trabalho com direção teatral, alicerçado na confiança e motivação dos amigos envolvidos nesse processo, dentro da cena pernambucana é ator e figurinista, trabalhando também como produtor e assistente de direção. Tem estudado e pesquisado formas de compreender melhor as propostas do grupo e objetivos de cada um dos integrantes. Estudante do último período de Sociologia pela Universidade Federal Rural de Pernambuco – UFRPE, tem participado de algumas vertentes de investigação teatral que a nossa cidade oferece, onde os mais marcantes foram o Labô-Espetáculo, baseado no estudo da Antropologia Teatral e do Treinamento do Ator com Murilo Freire e Virgínia Brasil, O Ator Brincante com Carlos Carvalho – ainda no estágio iniciante das investigações e o Treinamento do Ator com o Bastão com o diretor mineiro Marcelo Bonis. Como ator seu último trabalho no Teatro foi “As Conchambranças de Quaderna”, de Ariano Suassuna e no cinema gravou o curta “Segredos de Confissões” de Andréia Cavalcanti. Nomes como Fernando Limoeiro, Marcello Bosschar e Magdale Alves têm contribuição na sua formação. Encabeçando o grupo do projeto ELAS, busca aproveitar as potencialidades de cada um e ainda descobrir novos valores dentro do processo, na troca e na busca de novas experiências.




“Amor não é simplesmente estar feliz porque algo lhe proporciona essa felicidade, mas sim estar feliz porque aquilo que você ama está bem!”.
Paulina







Ficha técnica


Direção: Jorge Féo
Atrizes: Chandelly Braz, Lais Vieira, Maria Odete Araújo e Paulina Albuquerque
Autores: Eduardo Matos, Moises Neto, Pedro Félix e Rosa Félix
Direção musical e Voz: Henrique Macedo
Cenografia: ELAS
Plano de Luz: Cleison Ramos
Execução de Luz: Cleison Ramos e Ailton Brito
Figurino: Francisca por Virgínia Falcão
Coreografia:Juan Guimarães
Fotos: Thomas Baccaro
Designer Gráfico: André Britto Negrão
Assessoria de Imprensa: Jota Araújo
Operação de Som: Vanessa Lourena
Bilheteria e contra-regragem: Ádila Gadelha
Produção Executiva: Jorge Féo, Maria Odete Araújo e Paulina Albuquerque.
Produção Geral: Maria Odete Araújo.



Patrocinio: Seaway e Pitu
Apoiadores: Flamar, Avon, Romarri
Apoio Cultural: Teatro Joaqui Cardozo, Centro Cultural Benfica, UFPE.


Fotos: "http://www.thomasbaccaro.com.br

domingo, 19 de agosto de 2007

NOVO FÔLEGO ENTRA EM CENA EM RECIFE


O Grupo Magiluth toma como base a teoria do caos para falar do homem cotidiano.


Um jovem grupo entra em cena com força e vigor, defendendo ideias próprias e mostrando com muita propriedade o turbilhão de fatores que alteram e interferem direto ou indiretamente o nosso cotidiano. A peça se divide em três momentos: No primeiro mostra personagens comuns que têm suas vidas interligadas por acontecimentos diversos que vão interferindo em seus destinos e nos de quem estão em sua volta. O texto é ágil e inteligente associado a um ritmo frenético e contagiante. A cena é permeada por um humor ácido fantástico. No segundo momento somos levados a uma realidade vitual porém muito atual. De uma forma bem humorada a cena nos leva para os bate-papos de internet, nas quais as relações pessoais se tornam cada vez mais superficiais...KA KA KA KA... Uma pena que o quadro seja tão curtinho, deixa um gosto de "quero mais". No quadro final a cena se enche de poesia, apesar de ter a mestra estrutura e humor ácido dos outros quadros, a história de Pierre e sua musa chega carregada de emoção e traz um lindo desfecho para o espetáculo. É muito bom ver um grupo jovem com uma liguagem própria sem ter medo de por suas ideias em cena.

Corra é resultado de um processo iniciado em junho de 2006 com a montagem do esquete. Consiste num trabalho de pesquisa e experimentação da linguagem cênica que envolve o conceito do Ator-Narrador e se inspira naTeoria do Caos.
A Teoria do Caos defende que a maioria dos sistemas não podem ser determinados em decorrência da chamada dependência sensível das condições iniciais, ou “Efeito Borboleta”, uma de suas vertentes. Essa expressão é usada para denominar um fenômeno no qual "o bater das asas de uma borboleta no Japão pode causar tempestades no Brasil". Parece brincadeira, mas não é; fenômenos em que um pequeno fator provoca grandes transformações são mais comuns do que se pensa. Portanto, a Teoria do Caos não é uma teoria da desordem, ela busca no aparente acaso uma ordem intrínseca determinada por leis precisas.
Partindo desse ponto, retratamos o cotidiano caótico e, à primeira vista, desordenado das nossas vivências como ser ativo da urbanidade e mostramos a interligação entre tudo que existe no universo. Corra é um catálogo dos nossos tempos, é um protocolo do que estamos vivendo e esse foi o motim principal para o desenvolvimento do texto, isso, através de uma abordagem poética.
Na interpretação, o ator apresenta, narra e interpreta os personagens, é a visão de alguém que vivencia os fatos e conta para outros – o público. Este, tão imprevisível quanto qualquer outra partícula do universo, reafirma a Teoria do Caos, quando, agora todos os integrantes desse encontro se deparam com pequenas alterações de temperatura, energia e vibração no ambiente complexo do teatro.
A estrutura da peça é fragmentada em três cenas sem ordem cronológicas e independentes entre si. Cada cena possui hisstórias interligadas por vários fios condutores que costuram a vida dos personagens, causando conseqüências e reações diversas.


***ENTREVISTACOM O GRUPO MAGILUTH***
O GRUPO______________________________________________________

O grupo Magiluth surgiu em 2004 de um projeto de conclusão da disciplina Fundamentos da Expressão e Comunicação do curso de Licenciatura em Artes Cênicas da Universidade Federal de Pernambuco. O resultado foi o espetáculo de livre adaptação do texto de mesmo nome: “Ato sem Palavras” de Samuel Beckett com a direção de Thiago Liberdade que também completava o elenco junto com Giordano Bruno, Lucas Torres e Marcelo Oliveira. Depois de três anos se apresentando em praças e escolas, o Magiluth participou do Festival de Teatro de Rua do Recife em 2005 e do 12º Janeiro de Grandes Espetáculos em 2006.
Ainda em 2006 surge “Em Família” de Jacques Prevert com direção de Giordano Bruno e também surgido da finalização de uma disciplina da Federal, se apresentou no Projeto Intimidades do Sesc Piedade.

No meio desse mesmo ano, o grupo se dividiu entre Brasil e Portugal, quando os integrantes Giordano Bruno e Thiago Liberdade, em intercambio, montaram espetáculo “Hoje Fiz Amor Pela Terceira Vez” em parceria com outros alunos da Universidade de Coimbra e da Universidade Nova de Lisboa, produzido pela Associação PENETRARTE e apresentado no Teatro de Gil Vicente, em Coimbra.
Foi quando também surgiu a esquete “Corra”, mais especificamente em junho de 2006. Que, depois de estrear no Projeto Aplausos do Sesc Piedade, foi apresentado no SPA das Artes, na Escola de Artes João Pernambuco, no Festival Front e no Curta Cena tudo em 2006.
Em 2007 o grupo decide montar “Corra” espetáculo que estréia em agosto no Teatro Joaquim Cardozo. Com texto e direção de Marcelo Oliveira que também está no elenco, participam desse processo os atores Julia Fontes, Lucas Torres e Olga Torres, o sonoplasta Hugo Souza e o iluminador Pedro Vilela.
O Magiluth surgiu de uma necessidade pessoal de se superar em coletivo. É composto por atores e estudantes que acreditam que o teatro de grupo constitui uma categoria de organização e produção teatral em que um núcleo de atores, movidos por um mesmo objetivo e ideal, realiza um trabalho em continuidade.



1) Qual a origem do Magiluth?


Julia - O grupo Magiluth surgiu no 1o período do curso de Artes Cênicas da UFPE, com a montagem de "Ato sem Palavras" de Samuel Becket para a cadeira de fundamentos da expressão comunicação. O grupo surgiu inicialmente com 4 integrantes: Marcelo Oliveira, Thiago Liberdade, Giordano Bruno e Lucas Torres, e logo depois entrou Júlia Fonte e Olga Torres, como atrizes e Hugo Souza como sonoplasta.



Olga - Eu e Ju entramos no grupo quando Giordano e Thiago foram para Portugal em intercambio. Eles estavam no processo de montagem do espetáculo “Retalhos”. Daí que Marcelo teve a idéia de fazer da última cena, uma esquete chamada “Corra” e convidou nós duas.

2) Magiluth não é um nome comum. Como surgiu a idéia do nome? E qual o significado?

Julia - Magiluth é uma junção das duas primeiras letras dos nomes dos primeiros 04 integrantes: MA (Marcelo), GI (Giordano Bruno), LU (Lucas) TH (Thiago).

Olga - Segundo os meninos, eles precisavam de um nome urgente para um festival e ninguém tinha pensado no nome do grupo ainda...então juntaram as primeiras sílabas. Estamos inclusive pensando em aumentar o nome para Magilutholju ou Magiluthjuol ainda não sabemos...hahaha.

3) Quais são as principais referências para o trabalho do grupo?

Julia -
Como principal proposta: trabalhar teatro em grupo. Onde todos participam de todo o processo e as funções são divididas entre os atores, a maior referência são os grupos de teatro que têm a mesma proposta. Também trabalhamos com a utilização do ator-narrador, Bertolt Brecht e a proposta de um teatro não realista onde os atores montam e desmontam as situações.

Olga - É por aí que Ju falou. Nossas referencias somos nós, não que sabemos de tudo, mas partimos de nossas experiências, nossas necessidades, nossas afinidades. Somos livres em tudo: pra sugerir um texto de estudo, um trabalho corporal, vocal, para se responsabilizar pelo figurino ou pela produção. Pensamos em convidar pessoas que sabíamos que seria um suporte para nós enquanto criação, mas foi muito difícil manter encontros constantes para ler e conversar e debater idéias e era difícil também porque ainda não sabíamos o que ia acontecer. Nosso maior objetivo sempre foi o processo e não o fim, e não o produto final, isso pra gente sempre foi uma conseqüência.
E isso levamos para a vida, quando líamos um texto sobre a teoria do caos lembrávamos de uma cena que vimos na rua, ou em sala de aula, vinha uma cena na cabeça e escrevia para Marcelo num pedaço de borrão e ele estimulava isso sabe, e aquilo foi se juntando na cabeça dele e deu no que deu. O ator-narrador vem para suprir a necessidade da encenação, fazemos muitos personagens e ao mesmo tempo contamos uma história. E apesar de ter características de Brecht, temos certo cuidado ao falar que o utilizamos no espetáculo, preferimos o conceito do ator-narrador.
Quanto à referencias, particularmente tenho o projeto “Pode entrar que a Casa é sua” encabeçado por Francisco Medeiros que além de inspirar como trabalho de grupo, me deu o suporte do conceito do ator-narrador. E o Teatro da Vertigem que surgiu organicamente e prossegue da mesma forma, os atores, amigos, irmãos, parceiros e cúmplices se juntam para serem verdadeiros um com outro, para desabafar, para reclamar, para se transformar e falar ao público, em coletivo, tudo aquilo que lhe incomoda ou que lhe emociona. Tem um depoimento do Roberto Áudio do Teatro da Vertigem que fala por mim nesse momento “As vezes era muito difícil ver um amigo em tamanha exposição, e, por isso mesmo, me expor ao extremo se tornou uma questão de respeito. Nos apoiamos nos silêncios ou em brincadeiras, para aprender a lidar com o desconhecido. Percebia que a cada dia o grupo se tornava mais forte, à medida que trabalhamos com nossas fraquezas”. É por aí...

4) "Corra" é o primeiro trabalho do grupo? Como essa idéia foi tomando forma?

Julia -
O primeiro trabalho do grupo foi a peça “Ato sem palavras" de Samuel Becket, teve a direção de Thiago Liberdade. Foi encenada para uma disciplina da Federal, porém tomou proporções maiores, tendo participado do Festival Nacional de Teatro de Rua, do projeto Intimidades do Sesc Piedade e da Caravana Universitária de Cultura e Arte em 2005; do Janeiro de Grandes Espetáculos e Festival Estudantil de Teatro e Dança, em 2006, além de algumas apresentações em Escolas Públicas, hospitais, praças, asilo, centro espírita e outros...rsrsrsrsrsrsrsrsrs. Já ”Corra” era parte do espetáculo chamado “Retalhos”, que estava sendo montado com os 04 integrante iniciais, Com a ida dos meninos a Portugal, duas novas integrantes entraram no grupo: eu e Olga. Então a partir daí começamos a ensaiar a cena de 10 minutos “Corra” (que participou de alguns festivais e amostras de teatro) que veio a originar a peça autal.

Olga - “Corra” na verdade é o quarto trabalho do grupo e o primeiro que eu e Ju participamos. Tiveram antes o “Ato sem Palavras” que Ju já comentou, o “Em Família” de Jacques Prevert com direção de Giordano Bruno e também surgido da finalização de uma disciplina da Federal, se apresentou no Projeto Intimidades do Sesc Piedade e em paralelo com “Corra” surgiu o “Hoje fiz Amor pela Terceira Vez” realizado em parceria com outros alunos da Universidade de Coimbra e da Universidade Nova de Lisboa, produzido pela Associação PENETRARTE e apresentado no Teatro de Gil Vicente, em Coimbra.
“Corra-esquete” estreou no Projeto Aplausos do Sesc Piedade, daí apresentamos numa festa do SPA das Artes, na Escola de Artes João Pernambuco, no Festival Front e no Curta Cena tudo em 2006.
Quero inclusive salientar a importância do Curta Cena para a montagem do “Corra-espetáculo” tivemos uma repercussão muito boa no festival e tendo a consciência de que o mesmo é uma vitrine para nossa classe, nos sentimos mais confiantes para continuar. Além da bolsa montagem tão rara em nosso estado, principalmente para grupos e projetos composto por iniciantes. Financeiramente não sei se conseguiríamos montar “Corra” com tanto cuidado sem a bolsa do Curta Cena, o Grupo Teatro Marco Zero pode se sentir parte desse processo do Grupo Magiluth.


5) O espetáculo aborda o homem cotidiano, mergulhando na teoria do caos? Fale sobre a Teoria do Caos e como isso se estabelece no espetáculo?

Olga - Na pergunta sobre nossas referencias falei um pouco sobre esse processo da Teoria do Caos. Essa coisa de lermos os textos e trazermos para nossas vidas e ver essa coisa no cotidiano e até na prática cênica.
Para ser mais objetiva, no livro “As leis do Caos” de Ilya Prigogine, por exemplo, tem uma passagem que diz assim: “... a matéria em situação de equilíbrio é cega, cada molécula só vê as moléculas mais próximas que a rodeiam. O não-equilíbrio, pelo contrário, leva a matéria a “ver”; eis que surge então uma nova coerência... se abrirmos um sistema prestes ao equilíbrio e fizermos nele penetrarem fluxus de energia e de matéria, a situação muda radicalmente... reações químicas que levam a novas estruturas espácio-temporais impossíveis de realizar em situações de equilíbrio.”
Eu não sou uma matemática, nem uma física e muito menos uma química, mas há algo de filosofia nessa fala. Nós não falamos da Teoria do Caos, nós a usamos para entender o que se passa em nossa volta. O que Prigogine fala, para mim, e isso quero deixar bem claro, é o que acontece diariamente na construção de uma cultura, no surgimento de costumes e de atitudes cotidianas. Essa suposta sensação de equilíbrio que sentimos com a sucessão de metas alcançadas: vestibular, diploma, trabalho, casamento, filhos, casa própria, netos e morte. Torna-se o sinônimo de um conceito chamado felicidade que na verdade é baseado na construção de uma estrutura, de um sistema e a brincadeira da vida é manter equilibrado esse sistema, sem saber, em alguns casos, se é de fato isso que se deseja.
O cotidiano, urbano ou rural, faz isso com as pessoas. Elas repetem e querem e correm para alcançar algo que elas não têm certeza se é aqulio porque é muito mais trabalhoso viver aberto aos fluxus de energia e de matéria, é muito mais cansativo viver aberto a novas coerências. E é por isso, acredito eu, que as estruturas sociais, inclusive a de nossa classe artística, estão paradas, porque elas não se comunicam com as novas possibilidades do fazer, do criar, do acontecer.
No espetáculo mostramos isso através de nossas posturas como ator, através da impossibilidade dos personagens de mudar os acontecimentos, do desejo de mudança de outros ou das relações distanciadas que alguns se encontram. Falamos disso apenas relatando o que se passa no cotidianos de alguns personagens, isso é algo implícito.

6) Dirigir e atuar. Quais os pontos positivos e negativos de estar duplamente envolvido?

Olga -
Como atriz do espetáculo não senti nenhuma dificuldade em ter como diretor um ator do elenco. Pelo contrário, me senti muito acolhida e acho até que facilitou o não aparecimento da velha hierarquia diretor/ator vista em tantas montagens.

Marcelo- Foi um grande desafio pra mim. Em relação à direção fiquei muito tranqüilo por ter o texto da minha autoria, isso facilita muito. Já escrevo pensando na cena a ser desenvolvida. Muitas vezes, as marcações surgiram primeiro do que o texto. Em relação a minha atuação no espetáculo como ator não tive problema por conhecer muito bem o universo da peça, o que queria passar, enquanto diretor/autor, sabia qual era a linha de interpretação a seguir.
O ponto negativo dessa atividade dupla é, muitas vezes, não ter noção de como de fato a cena é. Por exemplo: a partir do momento em que estou numa cena e saio dela para analisar como esta se encontra, já não é a cena que eu quero ver, e sim, é uma cena que está faltando um elemento, um ator. Tem cenas que nunca vi e nunca verei. É um processo de muita confiança no ator que está trabalhando com você.
Pontos positivos são muitos. Foi o meu primeiro trabalho que sabia o porquê de tudo está em cena. De tudo está acontecendo. De fato, por ser o diretor/autor/ator de CORRA consegui ver o espetáculo de vários ângulos.
Às vezes em casa, quando ia decorar o texto, me pegava criando marcas, ou criando novas falas para os atores. Foi quando decidi ter dois textos. Tirei cópia do texto para ator e uma cópia para o texto diretor, e dividi..”hoje vou estudar para o ator”....”hoje para diretor”...
Porem, foi um processo muito tranqüilo, não tivemos nenhum problema pelo fato de não ter ninguém fora da cena nos analisando. O espetáculo é bem coreografado, algumas cenas tive que ensaiar em frente ao um espelho...outras, saía um ator pra vê se a cena está legal...um processo de ajuda.



7) A criação de uma dramaturgia própria é uma característica que o grupo quer seguir em projetos futuros?

Julia - A criação de uma dramaturgia própria é uma das idéias do grupo, assim como as divisões de funções: cada espetáculo um dirige, outro escreve e assim por diante.

Olga - Esse foi o processo de “Corra”, realmente não sei como será os outros. O grupo hoje é formado por 04 atores, 02 atrizes, 02 produtores e 01 sonoplasta. Como, quando e quem vai trabalhar na próxima montagem de fato não sabemos. O que sabemos é que não temos padrões fixos de montagem, então convites de atores ou diretores e/ou uniões com outros grupos pode acontecer certo.
Agora, essa dinâmica que Ju fala, de cada um ir se responsabilizando com uma função é característico sim, mesmo quando as idéias são coletivas. O figurino, por exemplo, foi Ju quem providenciou: tipo de tecido, costureira... mas aí, quem desenhava tudo era Lucas. Comecei a produção, mas no meio do processo senti que não ia dar conta sozinha, daí veio Cadu, os textos, a encenação e a dramaturgia todo mundo dava sua opinião, mas quem guiou foi Marcelo... e por aí vai.

8) Quais as perspectivas para 2007/2008?

Julia - Esperamos estar com CORRA, em circulação.

Olga - Com certeza todos nós queremos que “Corra” tenha vida longa e estamos trabalhando muito em função disso. Depois do Joaquim Cardozo, vamos passar setembro em temporada no Teatro Capiba no Sesc Casa Amarela, sempre às 20h só que apenas aos sábados. Estamos tentando, conseguir pauta no Teatro Hermilo para outubro, mas ainda não temos nem resposta. Paralelo a isso, estamos correndo atrás de todos os festivais que nos encaixamos e para isso, contamos com a força de Marcondes Lima que vem nos orientando e nos ajudando muito nesse processo. Além do desejo, claro, de participarmos do Janeiro de Grandes Espetáculos e do Festival Nacional de Teatro e do Circuito Palco Giratório do Sesc, os três festivais mais requisitados daqui de Pernambuco.
Esses festivais, inclusive, vêm suprir a falta de verba para manutenção e até de pautas para os espetáculos da cidade. Infelizmente, além da pouca verba distribuída para novos grupos, ainda temos muitos teatros fechados ou de difícil acesso, por mais que se mostre um trabalho bem realizado. Tentamos a manutenção de “Corra” tanto pela Prefeitura do Recife quanto pelo Funcultura mas, infelizmente, não obtivemos sucesso em nenhum. Os apoios que tivemos foram da Editora Universitária; a Compassos Cia. de Dança e o Teatro Joaquim Cardoso. Na realidade de Recife mais difícil que montar, é manter um espetáculo em cartaz.


FICHA TÉCNICA_________________________________________________

Grupo MAGILUTH

Espetáculo:
"CORRA"
Texto e direção: Marcelo Oliveira
Elenco: Júlia Fontes, Lucas Torres, Olga Torres e Marcelo Oliveira
Sonoplastia: Hugo Souza
Iluminação: Pedro Vilela
Produção: Cadu Sales e Olga Torres
Designer gráfico: Henrique Koblitz
Banner: Sergio Fontes

TEMPORADA____________________________________________________

*Agosto
Todos os sábados e domingos às 20h
No Teatro Joaquim Cardozo (Centro Cultural Benfica: Rua Benfica, 157, Madalena - fones: 3227.0657/ 3226.0423)

*Setembro
Todos os Sábados
Às 20h
No Teatro Capiba (Sesc Casa Amarela: Av. Professor José dos Anjos, 1109 - Casa Amarela / Recife - Fone: 32674410)
Preços: R$ 10,00 e R$ 5,00 (meia)

Apoios: Compassos Cia. De Danças, Editora Universitária e o Teatro Joaquim Cardoso


CONTATOS____________________________________________________


Marcelo Oliveira: 3222.1977 * 9998.7808
e-mail: mama.celinho@hotmail.com

Olga Torres: 3222.6422 * 8888.1303
e-mail: olgatorrespe@hotmail.com

Cadu Sales: 88052903
Cadu.sales@hotmail.com

Grupo Magiluth
Comunidade: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=21957495
e-mail: magiluth@gmail.com

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

*** O PEQUENINO GRÃO DE AREIA***

O PEQUENINO GRÃO DE AREIA é a primeira montagem do NAC (Núcleo de Artes Cênicas- SESC Triunfo). A peça narra as aventuras de um grãozinho de areia que seapaixona por uma estrela do céu. Com muita poesia, o texto de João Falcãoconsegue tocar pessoas de todas as idades. Será que o grão alcança seuobjetivo? A encenação, com músicas originais de Lucas Notaro e Direção deMarcelo Francisco participou da 49ª Festa do Estudante da cidade de Triunfo (no Circuito do Frio) e agora está na Programação do 5º Festival Estudantil deTeatro e Dança do Recife, no dia 10 de agosto, às 18h30min, no Teatro Apolo.

terça-feira, 31 de julho de 2007



*** RESULTADO DA ENQUETE ***



"Qual a melhor atriz de teatro adulto em Pernambuco em 2006???"


1º LUGAR: "Mônica Vilarim" (26) *A Chegada da Prostituta no Céu*

2º LUGAR: "Karina Cavalcanti" (25) *Neuroses*

3º LUGAR: "Daniela Travassos" (5) * O Capataz de Salema*

4º LUGAR: " Rita Marize" (2) *O Canto do Teatroi Brasileiro*

5º LUGAR: " Cristina Romeiro" (1) *Nelson Crônico*

OUTRAS (2)



"QUAL O MELHOR ESPETÁCULO PERNAMBUCANO DE 2006???"




1º LUGAR: "AS CRIADAS" (29%)

2º LUGAR: "CARTAS PARA UM MOZARTIANO" (25%)

3º LUGAR: "A CHEGADA DA PROSTITUTA" "ATORES DO ÓRGÃO IRRESPONSÁVEL" (8%)


5º LUGAR: " AS CRIADAS MAL CRIADAS" (6%)